Entenda porque ela é tão importante para estabelecer negócios mais sustentáveis

Vivemos um período de transição constante. Nossa forma de fazer negócios mudou. E nossa maneira de consumir, também. Mas quais são as verdadeiras causas por trás disso? Ao mesmo tempo em que nós mesmos causamos diversos impactos sociais e ambientais diariamente no mundo todo, de forma irônica (e necessária!), também somos nós que buscamos reparar e reduzir todos esses problemas.  

E como forma de solução para isso, surge a economia colaborativa, com o objetivo de dividir um determinado produto entre diferentes pessoas ao invés do indivíduo o acumular. Também conhecida como economia compartilhada, o objetivo é facilitar a todos o acesso a diversos bens e serviços, permitindo mais qualidade de vida, além de negócios mais sustentáveis e com custos mais acessíveis para todos os bolsos. 

Benéfico não apenas para quem usufrui dessa economia colaborativa, ela também faz a diferença para quem optou por investir nesse tipo de negócio. É claro que essas companhias lucram valores significativos, porém, o grande foco delas é estabelecer uma espécie de “relação ganha-ganha” entre clientes e empresas, de forma que todos saiam ganhando. 

Uma estratégia que deu certo

Se você ainda tem alguma dúvida se esse tipo de negócio realmente funciona, deixamos aqui um questionamento: qual foi a última vez que você ligou para pedir uma refeição? Provavelmente, você não deve se lembrar, certo? 

Isso porque plataformas como Ifood, Rappi e UberEats trazem um compilado de restaurantes dos mais diversos estilos, com diferentes tipos de alimentos e propostas para você escolher e pedir com muito mais praticidade. É um verdadeiro catálogo de alimentos! 

Para se ter uma ideia, de acordo com uma matéria publicada pela CNN, neste período de pandemia o Ifood teve um aumento de 30 para impressionantes 50 milhões de pedidos por mês. Isso traz mais lucros para dentro das empresas, mas também para os empreendedores que encontram nesse tipo de venda uma alternativa de sobrevivência para seus negócios, que precisam permanecer fechados. 

Edifícios corporativos dão lugar a escritórios compartilhados

Com a chegada da pandemia, o home office se tornou uma realidade para boa parte dos brasileiros. Mas muitas vezes as empresas ainda precisam de um endereço fixo, seja para realizar encontros de alinhamento esporádicos com a equipe, fazer reuniões com clientes ou até mesmo para receber contas, por exemplo. Porém, não é mais necessário gastar com o aluguel de uma sala comercial, que costuma ser bastante salgado e gerar despesas. A alternativa está nos escritórios compartilhados.  

Pensando nisso, a WeWork oferece, apenas no Brasil, cerca de 33 prédios com escritórios compartilhados em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Ao redor do mundo, já são 812 unidades, de acordo com a Revista Exame

A proposta de compartilhar áreas comuns, banheiros, salas de reunião e cozinha pode parecer estranha, mas se mostra uma ótima opção para dividir experiências e até mesmo fazer negócios com outras empresas que estão naquele espaço. Prova disso é a adesão de companhias como Facebook, Itaú e QuintoAndar, que possuem salas dentro dos escritórios compartilhados da rede.

Economia colaborativa nos transportes…

A ideia de abrir mão do transporte público, evitando viagens longas em pé, ou abdicar do carro próprio em busca de economia e colocar no lugar uma alternativa de estar no conforto de um veículo com motorista, ar condicionado e em algumas vezes, até umas balinhas de cortesia parecem muito atraentes, não é mesmo? E se for por um valor acessível, melhor ainda!

A Uber é a grande responsável por trazer esse tipo de alternativa, fazendo a conexão entre motoristas e passageiros que desejam fazer uma viagem sozinhos ou compartilhando o veículo, o que deixa o trajeto ainda mais acessível. Seus números impressionam: mesmo em um período em que a população tem optado por sair menos de casa, a empresa já faturou US$853 bilhões somente no primeiro semestre de 2021, de acordo com informações do portal Terra

… e também nas residências 

E se o transporte já está garantido, que tal curtir uma viagem mais econômica, deixando de lado os hotéis e pousadas e se hospedar em uma típica residência do local escolhido? Essa é a proposta do Airbnb, uma rede comunitária de hospedagem responsável por ligar anfitriões e hóspedes para os mais variados destinos. 

Com opções de casas na praia, cabanas no campo, containers, quartos dentro de apartamentos ou até mesmo uma residência inteira, existem locações para todos os estilos e bolsos dentro do Aribnb. E a fórmula tem sido um sucesso: muitas pessoas aderiram a essa proposta em busca de viver novas experiências, já que é uma oportunidade de viajar poupando um bom dinheiro. 

Para quem pensa que esse tipo de negócio sofreu uma queda brusca em 2020 e 2021, engana-se: mesmo no período de pandemia, a empresa conseguiu faturar cerca de US$219 milhões, com informações da IstoÉ Dinheiro. E tem se recuperado com reservas para finais de semana prolongados ou até mesmo por pessoas que buscam locais diferentes – mas com um bom sinal de internet! – para poder realizar seu trabalho remoto. 

Sustentabilidade é a chave

O compartilhamento de diversos tipos de recursos, de acordo com uma pesquisa da auditoria PWC, deve representar cerca de 30% do nosso PIB de serviços durante os próximos anos no país. 

Isso mostra o quanto esse tipo de economia colaborativa se mostra uma excelente alternativa para proporcionar mais qualidade de vida para todos e consequentemente, auxiliando na redução dos impactos ao meio ambiente. Ao compartilhar bens e serviços, teremos uma redução significativa de consumo individual, evitando desperdícios e gastos desnecessários.

Nós do Grupo Hprojekt acreditamos no potencial da economia colaborativa para os mais variados segmentos do mercado. Prova disso é a Headhunters.io, nossa plataforma responsável por conectar empresas à maior comunidade de recrutadores remotos. 

Nosso objetivo é trazer excelentes oportunidades para trabalhadores autônomos e também garantir os melhores profissionais para essas companhias. Achou interessante? Entre em contato conosco e saiba mais sobre se tornar um recrutador autônomo mas com todo o suporte necessário que só a Headhunters.io tem! 😉

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