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Um ambiente em que a liberdade e a responsabilidade caminham juntas

Se você tem a curiosidade de saber como é trabalhar em uma startup, chegou ao artigo certo. A cultura organizacional e o modo de trabalho nesse tipo de empresa são bem diferentes dos tradicionais, o que atrai a atenção de jovens inquietos, sedentos por desafios.

O ambiente de trabalho em uma startup é informal, flexível e dinâmico. A liberdade e a responsabilidade andam juntas, pois há um desejo genuíno de estimular o bom desempenho e produtividade sem, contudo, criar amarras e burocracias.

Se identificou? Continue com a gente neste post para entender melhor o que é uma startup e suas características mais marcantes. Quem sabe você já não estará bastante familiarizado caso seja convidado para trabalhar em uma!

Definição de startup

Trata-se de um modelo de negócio jovem ou criado recentemente, com características escaláveis e perspectivas de crescimento rápido, pautado na eficiência. A inovação é o carro-chefe das startups para dar maior velocidade à aplicação das ideias criativas.

Diferentemente das pequenas e médias empresas que crescem mais lentamente, uma startup é acelerada e impõe um ritmo de trabalho mais intenso, para gerar receita, crescer e se desenvolver mais rapidamente.

O ambiente de trabalho de uma startup tem uma atmosfera informal e é carregado de uma cultura que preza pela diversidade e flexibilidade em todos os sentidos — os colaboradores têm a liberdade de escolher como desejam ser, vestir ou trabalhar — mantendo o foco nas soluções e resultados.

O espírito empreendedor de uma startup pode ser visto não só na estrutura física, mas em cada profissional, independentemente do cargo ou área de atuação. Os esforços e as conquistas são celebrados por todos em igualdade.

A liberdade de um trabalho informal

Os profissionais podem escolher como e onde desejam trabalhar. O home office — sonho de tantos profissionais — é uma realidade recorrente nas startups. Se o profissional pode desenvolver as mesmas tarefas e concluir suas metas dentro do prazo, tanto faz se ele está no escritório ou deitado em sua cama.

Mas não se engane! Junto a alguns benefícios estão também grandes responsabilidades. Nas startups é bastante comum que os profissionais se reúnam com fundadores e CEOs e contribuam para tomadas de decisões, o que nas empresas convencionais quase não ocorre.

Profissional multitarefas

O estado de urgência imposto a uma startup fará cada profissional aprender na prática sobre os diversos setores e atuar em cada um deles para aprimorar as habilidades e contribuir mais efetivamente — oportunidades únicas de aprendizado, desenvolvimento e crescimento.

Um aspecto importante das startups é que se iniciam com poucos recursos financeiros e caminham sem ostentação, priorizando resultados grandiosos com investimentos modestos. São comportamentos que os profissionais costumam levar para a própria vida.

Empresas desse tipo aprendem a lidar com um cenário instável e arriscado, uma vez que estão sempre inovando e experimentando novas ideias e ferramentas. Muita gente tem dificuldades de se adaptar a esse estilo de negócio, preferindo o tradicionalismo e a burocracia.

Com uma filosofia escalável e repetível, a startup pode alcançar um número considerável de clientes e lucrar rapidamente sem, contudo, sofrer um abalo muito grande nos custos e despesas.

Características de maior impacto em uma startup

Uma startup tem um estilo próprio, totalmente voltado para uma filosofia livre de rótulos e opiniões formadas. Com isso, algumas características são notáveis e tornam esse modelo bem diferente da maioria que existe no mercado. Confira alguns exemplos:

  • Pensamento disruptivo – Com um pensamento disruptivo, as startups são capazes de incomodar empresas já consolidadas no mercado. Mesmo com menos recursos, elas oferecem muitas vezes as mesmas soluções a custos menores para os clientes, rompendo muitas hegemonias de anos.
  • Ownership dos colaboradores – A cultura de empreendedorismo e motivação para vencer desafios faz com que os colaboradores se sintam também donos da empresa. O sentimento de pertencimento e propriedade é amplamente estimulado, pois assim o engajamento se mantém aquecido, o que é bom para ambas as partes.
  • Ambiente de constantes mudanças – A inquietude é algo que uma startup vivencia todos os dias, o que faz com que as mudanças sejam constantes, com consequências evolutivas ou não. O risco faz parte do cotidiano de quem atua em uma startup, mas há sempre um clima de vitória no ar.
  • Flexibilidade no trabalho – Se um colaborador é capaz de concluir suas metas, não importa a que horas ele chegará à empresa ou por quanto tempo permanecerá dentro dela, desde que esteja comprometido e empenhado em apresentar os resultados esperados — sendo, assim, o seu próprio chefe.
  • Rápido crescimento na carreira – A ascensão não é apenas da jovem empresa, mas também dos colaboradores que têm a oportunidade de se desenvolver em diversas áreas, circulando em cargos e funções variados em um curto espaço de tempo.
  • Ambiente familiar – Um ambiente solidário, colaborativo de torcida mútua pelo sucesso, não apenas da empresa, mas pessoal e profissional de cada um dos envolvidos. Colaboradores de startup vibram juntos quando são bem-sucedidos e se amparam quando algo dá errado — a irmandade impera e difere da competitividade nas empresas tradicionais.

Algumas qualidades e comportamentos são importantes e fáceis de reconhecer em colaboradores que atuam em startups:

  • São criativos;
  • Aproveitam as oportunidades;
  • Growth hacking — marketing orientado a experimentos para crescimento;
  • trabalham com agilidade;
  • Storytelling e oratória — capacidade de contar histórias e engajar públicos;
  • São autônomos em sua própria gestão de tempo e resultados;
  • Desenvolvem boas habilidades comportamentais — liderança, resiliência, capacidade de crítica e análise, proatividade e inteligência emocional.

Nas startups, um dia raramente será igual ao outro e o clima de instabilidade pode ser contínuo até que o negócio dê mostras do seu fortalecimento. O interessante é que pessoas com perfil para trabalhar nesse tipo de empresa não estão preocupadas com isso, sobretudo por perceberem na instabilidade motivos para maior dedicação e engajamento.

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Liberdade ou estabilidade: algumas das dúvidas que perduram no momento de fazer essa escolha

Entre trabalhar em uma startup ou em uma empresa tradicional, qual seria a melhor opção? Nesse caso, não há uma resposta exata. É preciso analisar diversos pontos, especialmente o seu perfil como profissional e quais são seus objetivos de carreira. Somente desse modo será possível fazer uma escolha consciente e acertada.

São muitas as diferenças entre startups e empresas tradicionais. A rigidez hierárquica, a estabilidade financeira e a velocidade do crescimento são bons exemplos. É preciso analisar como você adere a cada uma dessas peculiaridades para, então, fazer a sua escolha.

A seguir, apresentaremos algumas das particularidades entre startup e empresas tradicionais e mostramos como você pode definir qual é a melhor opção para o seu momento profissional. Confira:

Primeiro, atente-se ao ambiente de trabalho

Uma das principais diferenças está na própria ideia de ambiente de trabalho. Entenda o termo “ambiente” como algo amplo, que inclui a cor da parede e o clima de trabalho, entre muitas outras coisas. Logo, o “ambiente de trabalho” é tudo aquilo que cerca o profissional.

Em startups, é bastante comum que o ambiente em questão seja mais divertido e descontraído. Seus fundadores costumam ser pessoas mais jovens e esse espírito é facilmente identificado ao longo da estrutura do empreendimento. Por isso, é mais fácil se deparar com paredes coloridas e consoles de videogame em seus espaços.

Em contrapartida, as empresas tradicionais costumam apresentar ambientes mais “engessados” — o que não é necessariamente ruim. Há um clima mais solene, centralizado e que exige determinada postura dos seus colaboradores. Sendo assim, existe um pouco mais de rigidez.

Não há um ambiente melhor que o outro nesse caso, mas eles podem atender de maneira singular os diferentes interesses dos perfis de profissionais. Talentos das gerações Y e Z, os mais jovens, podem se sentir mais à vontade em startups do que seus pares profissionais mais experientes.

Faça um comparativo de startup x empresa tradicional

Para definir qual seria a melhor opção, é necessário comparar alguns pontos que diferenciam as startups das empresas tradicionais. Por exemplo, a estabilidade de carreira, a faixa salarial e a flexibilidade no expediente. Ao considerar esses pontos, terá uma visão mais clara do que deseja para esse momento.

Perspectiva salarial

Não é uma regra, mas é comum que startups ofereçam salários mais baixos que empresas consolidadas. O motivo é muito simples: elas estão começando, provando o seu modelo de negócios e captando uma base inicial de clientes. Logo, não têm dinheiro no caixa.

Por outro lado, as empresas tradicionais têm perspectivas salariais mais altas. Elas apresentam uma previsibilidade financeira e isso contribui na hora de oferecer salários mais atraentes, especialmente na hora de contratar grandes talentos. Logo, seus salários costumam ser mais altos.

Oportunidade de crescimento

Como salário não é tudo, é preciso considerar outros itens. A oportunidade de crescimento é um bom exemplo. Empresas tradicionais tendem a falhar mais nessa variável, afinal, elas já possuem uma estrutura hierárquica consolidada e baixos índices de crescimento anual.

As startups, por sua vez, estão em estágio de crescimento e podem triplicar em tamanho em apenas alguns meses. Isso significa que é possível crescer com o empreendimento e ocupar cargos mais elevados, sem precisar esperar por longos anos. Esse crescimento rápido é bastante atraente.

Liberdade para o trabalho diário

A liberdade para exercer o trabalho é importante, afinal, garante que o colaborador tenha autonomia para tirar suas ideias do papel, inovar e atingir resultados fora do lugar-comum.

Empresas tradicionais tendem a restringir a liberdade dos seus profissionais — graças à estrutura mais rígida e consolidada. Todos os empregados têm um papéis muito claros dentro da companhia e devem segui-los.

As startups apresentam uma estrutura mais flexível, permitindo que os colaboradores tenham mais autonomia diária. Além disso, contam com uma cultura de inovação que garante flexibilidade para tocar e pilotar projetos próprios, se ligados ao negócio.

No entanto, é preciso ter cuidado e avaliar se essa liberdade não cria desorganização — esse seria um ponto fraco e que certamente não contribui para a construção de uma carreira.

Ciclos rápidos de inovação

Startups costumam trabalhar com ciclos de aprendizagem e inovação. Elas coletam dados dos seus consumidores, extraem insights dos dados e promovem melhorias pontuais. Esse processo de inovação contínua é importante — e promove o aprendizado do colaborador.

Empresas tradicionais também contam com programas de inovação e aprendizado. Porém, sua estrutura é grande e complexa, o que dificulta o seu processo de mudança ou adaptação ao mercado. Ou seja, elas são “pesadas” para se envolverem em ciclos rápidos de inovação.

Estabilidade no trabalho

No mercado, não existe muita estabilidade — até as empresas bem-sucedidas deixam de existir. Todavia, é preciso considerar que startups contam com mais imprevisibilidade que empresas tradicionais, afinal de contas, ainda estão testando o seu modelo de negócios.

Essa imprevisibilidade, natural às startups, pode gerar menos estabilidade no trabalho. É possível que equipes inteiras sejam realocadas para outras áreas ou até mesmo desligadas, no intuito de “enxugar” contas para caber no orçamento do mês.

Pela previsibilidade financeira, empresas tradicionais contam com mais estabilidade. É menos provável que seu cargo deixe de existir em alguns dias. Todavia, é preciso ter cuidado para que a previsibilidade não gere comodismo, deixando você em um mesmo lugar.

Por fim, considere o seu líder imediato

Outro fator-chave para escolher entre startup ou uma empresa tradicional é pensar sobre seu líder imediato e sua relação com ele.

Em startups, é comum que essa relação seja mais flexível. Há uma estrutura hierárquica enxuta e você tem acesso direto aos profissionais c-level. Além disso, há uma menor relação de poder, sem a ideia de comando e controle, permitindo que tenha liberdade para atuar.

Além disso, os líderes e profissionais c-level costumam ser jovens e diretamente envolvidos com o início do negócio. Logo, há uma linguagem de geração Y ou Z.

As empresas tradicionais contam com uma estrutura hierárquica clara e, para chegar à alta administração, é preciso passar por seu superior imediato. A ordem de comando deve ser respeitada, do contrário nem mesmo existiria. Isso engessa a relação entre líder e liderado.

Após estar por dentro do tema startup x empresa tradicional, você pode avaliar qual dos dois locais seriam a melhor escolha para trabalhar. Conforme foi dito, não existe uma regra — uma startup não é necessariamente melhor que uma empresa tradicional ou vice-versa. É preciso considerar o seu perfil, seus interesses a longo prazo e imaginar sua adaptação dentro desses empreendimentos. 

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