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Conheça o processo que otimiza o processo de recrutamento e seleção

Se você está buscando um processo de Recrutamento e Seleção mais assertivo e ágil, a contratação data-driven pode ser a solução. 

A contratação data-driven significa que você poderá contratar com base de dados. Mas para isso acontecer é necessário compreender como coletar, processar e analisar as informações para assim selecionar os melhores candidatos para o seu processo. 

O que é contratação data-driven?

Contratação data-driven significa fazer o processo de recrutamento e seleção em que todas as decisões tomadas sejam baseadas em dados. 

Esses dados são analisados por meio de tecnologias para encontrar o candidato que mais se encaixa com as competências requeridas de forma muito mais assertiva, utilizando recursos como inteligência artificial e machine learning.

Quais são as vantagens de adotar a contratação data-driven?

Segundo o relatório Insights-Driven Businesses Set The Pace For Global Growth, publicado pela Forrester, as empresas data-driven cresceram mais de 30% anualmente e devem faturar mais de US$ 1,8 trilhões até 2021.

Além de deixar o processo muito mais ágil e assertivo, confira as vantagens de adotar este processo:

Redução de custos – Uma vez que a contratação data-driven acelera o processo e o deixa mais certeiro, isso causa uma redução nos custos, já que previne todos os gastos usados na contratação de candidatos equivocados. 

De acordo com uma pesquisa da CarrerBuilder, três em cada quatro empregadores afirmaram que já contrataram uma pessoa errada para o cargo, e que estes erros custam cerca de US$ 14.900,00.

Decisões assertivas – Fazer a escolha dos candidatos baseados em dados torna essa decisão muito mais certeira, evitando alguns erros comuns na hora de realizar uma contratação. O estudo da CarrerBuilder mostrou algumas das principais falhas cometidas por recrutadores:

  • Embora o candidato não possuísse todas as habilidades necessárias, achou que poderia aprender rapidamente;
  • Pressionado para preencher o cargo rapidamente;
  • Teve dificuldade em encontrar candidatos qualificados;
  • Faltaram ferramentas adequadas para encontrar a pessoa certa.

Experiência do candidato – Com o método data-driven, a experiência do candidato também é melhorada, já que a sua experiência fica muito mais ágil e o match com a vaga é muito mais preciso, sem muita burocracia e sem ser necessário ter diversas etapas de testes. 

Como aplicar a contratação data-driven?

  1. Colete todos os dados

Para começar a implantar a contratação data-driven é preciso centralizar todos os dados necessários em um softwares específicos, como por exemplo o ATS.

Algumas informações que você precisa ter bem definidas são:

  • Tempo gasto na contratação;
  • Custo da contratação;
  • Tempo de cada etapa do processo;
  • Número de candidatos por vaga.

 

2.  Analise o processo seletivo 

Depois de centralizar todos os dados, é preciso estudar para descobrir exatamente qual é a falha do processo para realizar melhorias naquela área, sem precisar gastar tempo desnecessário modificando o que já está indo bem.

3. Defina as prioridades

É importante definir quais são as principais características procuradas em um candidato para poder programar a análise de currículos baseando-se nas principais competências para a vaga, tornando assim o processo mais ágil e otimizado. 

4. Utilize ferramentas externas

Para tornar a contratação ainda mais assertiva, é recomendado usar algumas ferramentas externas para ter acesso a dados além dos já presentes em sua empresa.

Por exemplo, o Google Analytics pode te ajudar a entender qual é a melhor fonte para encontrar candidatos e como divulgar as suas vagas e os seus conteúdos para atingir as pessoas certas, além de entender também como a concorrência busca candidatos para vagas como a sua.

Agora é só seguir estes passos e implantar a contratação data-driven na sua empresa para ter o melhor processo possível!

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Se você deseja encontrar o melhor profissional para a sua empresa, conte com a Hprojekt! Entre em contato conosco que estamos prontos para te ajudar.

A competitividade do mercado de trabalho faz com que os temas diversidade e inovação sejam recorrentes. Construir no Brasil um RH com o mindset do Vale do Silício exige ser corajoso e disruptivo. E esse exemplo deve ter início com um time de recrutamento diverso.

Um exemplo é o próprio ambiente inovador da Califórnia. Segundo o Silicon Valley Indicators do dia 18 de dezembro de 2019 — os dados mudam com frequência — um imigrante chega a cada 26 minutos. A composição étnica é de:

  • 34% brancos;
  • 34% asiáticos;
  • 25% hispânicos e latinos;
  • 2% negros;
  • 5% outros lugares;
  • 38,2% não nasceram nos Estados Unidos.

O que esses dados evidenciam? A necessidade da diversidade no RH para ser diverso na empresa, fortalecendo a equipe e proporcionando inovação.

Como ter um RH inovador como o do Vale do Silício?
O RH precisa ser o reflexo da sua empresa. Não há como os gestores contratarem com uma visão de diversidade se isso não estiver inserido dentro do ambiente de trabalho. O RH precisa ser equilibrado, contendo homens, mulheres, lgbts, negros, psicólogos, engenheiros, programadores, administradores, etc. Diversidade é o nome do jogo.

Por que essa escolha? A resposta é simples e explicada pelo partner da Hprojekt, Henry Novaes:

“Você só consegue diversidade na empresa toda se você for um exemplo. Se o seu RH for constituído majoritariamente por mulheres psicólogas, já é um erro inicial. Se não possuir um time de recrutamento diverso, não há inovação, tornando assim muito mais complexo ser inovador em todas as outras áreas da organização.Para atingir esse nível, o RH das empresas brasileiras precisa mudar sua essência. Ao ter diversidade, há reflexos positivos na empresa, como ocorre no Vale do Silício.”

O RH é o protagonista da mudança. Esse é o futuro das organizações — e o Brasil tem um cenário propício para essa transformação.

Novaes destaca que:

“Quando se fala em diversidade, as empresas pensam em negros, pessoas com deficiências, homossexuais. Mas a diversidade é ter formações, regiões e histórias de vida diferentes.”

“Essa mudança de perspectiva é essencial para ter novas ideias e encontrar soluções diferenciadas. Portanto, o RH precisa ser o exemplo e enfrentar essa barreira cultural. E a partir daí, gerar consciência nas outras áreas, como tecnologia, finanças e comercial.”

O Brasil é um dos países mais diversos e pode aliar essa característica à capacidade técnica para inovar mais.

“Temos culturas do mundo todo, por que não aproveitamos esse nosso diferencial estratégico de modo mais transformador? Esse é o papel do RH”, reforça Novaes.

Como a diversidade é importante nesse cenário?

A chave da inovação é a cultura, a realidade e as diferentes vivências. O RH do Vale do Silício começa com o indivíduo. Para trabalhar a diversidade, é preciso considerar várias características, entre elas:

  • Etnias;
  • Idades;
  • Religiões;
  • Estado civil;
  • Deficiências e dificuldades;
  • Classes sociais;
  • Culturas;
  • Gêneros.

Para isso, a empresa precisa avaliar qual será seu futuro e não querer se tornar obsoleta. “Hoje, os concorrentes estão no mundo todo, quem não jogar o jogo da inovação e da diversidade vai ficar para trás”, afirma o partner da Hprojekt.

Como saber se a sua empresa está preparada?

É preciso primeiro analisar como é a cultura organizacional da empresa. Em seguida, se a transparência é a prioridade.

Quando o talento percebe que está em uma organização transparente e com foco no resultado, suas habilidades são potencializadas. Ele pode falar dos problemas e propor soluções.

Assim, as equipes diversas e talentosas são questionadoras. Portanto, se você não oferece a liberdade de questionar e resolver os problemas, irá receber apenas reclamações e desmotivação.

Mais do que isso, é necessário deixar o receio de lado e contratar de maneira mais inovadora. Por exemplo, se sua empresa se preocupa com a existência de profissionais que atuam na modalidade home office, como poderá se inspirar no Vale do Silício?

A atenção deve ser voltada para a gestão por competências, não por hierarquia. Dessa forma, é possível avaliar o futuro e deixar de ser obsoleta.

Como deve ser trabalhada a diversidade nas empresas para seu desenvolvimento?

O ponto de vista na hora de recrutar talentos precisa ser macro. A contratação deve ser feita por conhecimento técnico. Por isso, o novo profissional pode ser totalmente diferente do antigo colaborador.

O exemplo vem do próprio RH. Nos últimos 10 anos, a área não buscava profissionais experientes. Hoje, necessita de pessoas talentosas e com bom know-how para recrutar talentos.

Se você for ao Vale do Silício e perguntar qual é a área mais importante, a maioria dos executivos irá responder que é o recrutamento. Portanto, se contratar direito, todo o restante será mais fácil.

O Brasil ainda não dá importância a esse processo. A carreira de consultor de RH, por exemplo, é mais valorizada que a do recrutador. Nos outros países, isso não acontece. Ou são iguais ou o recrutador tem mais importância.

Ao mudar esse ponto de vista, é possível implementar o RH do Vale do Silício na sua empresa. Assim, terá um ambiente disruptivo e inovador.

E você, achou interessante esse ponto de vista diferente sobre diversidade? Gostou de conhecer o novo papel do RH perante esse cenário? Compartilhe este post nas suas redes sociais e discuta o assunto com outras pessoas!

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