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Em um país tão diverso, é preciso trazer inclusão para o ambiente corporativo 

A cada dia podemos notar o avanço da tecnologia e das redes sociais em todos os aspectos da nossa vida. Temos acesso a informações importantes e que nos fazem enxergar muitos erros causados por gerações passadas que podem (e devem!) ser reparados. Isso também inclui o mercado de trabalho.

Entre os assuntos que precisam se tornar pauta, devemos citar a cultura inclusiva no ambiente corporativo. Trata-se de algo que deve ser ampliado e mais divulgado.

Uma pesquisa realizada pela IBM mostra que a igualdade não faz parte do top dez de investimentos prioritários de cerca de 70% das empresas que foram entrevistadas. 

A dificuldade de encontrar pessoas negras em cargos de liderança

Em um país marjoritariamente negro, os dados divulgados são preocupantes. Um levantamento mostra que boa parte dos pretos e pardos ocupam funções técnicas e operacionais nas empresas, onde apenas 0,7% ocupa cargos de liderança e alta gestão.

A polêmica em torno da igualdade de gênero também afeta ainda mais as mulheres negras. Um estudo feito pelo Insper mostra que homens brancos com ensino superior chegam a ter um salário cerca de 159% maior do que mulheres negras que também possuem graduação. 

 

Cota voltada para PCDs não costuma ser respeitada

De acordo com levantamento do IBGE, no Brasil há pelo menos 45 milhões de pessoas portadoras de algum tipo de deficiência, o que equivale a 25% da população. 

O artigo 93 da Lei nº8.213/91 estabelece que toda empresa que possui 100 ou mais funcionários deve preencher entre 2% a 5% de seus cargos com pessoas portadoras de deficiência. 

Essa é outra realidade distante de acontecer. Apesar de ser uma lei que já existe há 30 anos, são poucas as companhias que realmente a respeitam, o que mostra a necessidade de existir uma fiscalização mais rígida. 

 

LGBTQIA+ no mercado de trabalho

A cultura voltada para comentários e comportamentos homofóbicos enraizada em grande parte da sociedade e também das empresas afeta de maneira negativa os profissionais LGBTQIA+ que buscam espaço no mercado de trabalho. 

Muitos alegam evitar participar de processos seletivos de grandes companhias com receio de sofrer ataques homofóbicos por chefes ou colegas de trabalho ou por não conseguir ter a sensação de pertencimento dentro da empresa. 

E infelizmente, tamanho medo é compreensível, já que de acordo com pesquisas, cerca 48% dos profissionais LGBTQIA+ alegam ter sofrido algum tipo de preconceito por sua orientação sexual ou identidade de gênero. 

Como podemos mudar essa cultura empresarial?

É preciso trabalhar constantemente para ampliar a diversidade e inclusão dentro do mercado de trabalho. Romper as barreiras históricas de cargos por razões estruturais e institucionais, acabar com posições de privilégios e promover um conjunto de ações para mudar essa realidade.

Para fortalecer ainda mais esse embasamento, estudos mostram que ampliar o leque de oportunidades voltadas para a diversidade auxiliam no desenvolvimento das companhias. De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Mckinsey, empresas que se preocupam com a diversidade de gênero são cerca de 21% mais lucrativas e 35% mais rentáveis quando há diversidade racial. 

Isso mostra que abrir espaços para novos profissionais, com diferentes culturas, criações e vivências podem agregar bastante em suas competências no trabalho. 

Benefícios da cultura inclusiva para todos

A cultura inclusiva no ambiente corporativo traz benefícios não apenas dentro do local de trabalho, mas também no dia a dia de todos. A diversidade traz impactos bastante benéficos no combate à questões como homofobia, racismo e violência doméstica, por exemplo. A vivência faz com que seja possível entender mais sobre sua história e se colocar no lugar do outro. 

As lideranças das empresas também precisam fazer sua parte: criar uma pauta de conscientização sobre falas transfóbicas, racistas e outros comportamentos inadequados. Abraçando a causa para uma cultura realmente mais inclusiva partindo do princípio da liderança se informar mais a respeito e a partir daí, estabelecer a conscientização e respeito como uma regra entre seus colaboradores.

Mudanças já notadas no mundo corporativo

Muitas empresas já entenderam a importância e os benefícios da cultura inclusiva e começaram a iniciar processos seletivos e contratações voltadas para a diversidade. Essa é uma excelente forma de incentivar e orientar profissionais a fazer com que o local de trabalho também seja um ambiente de aprendizado e respeito. 

Esse tipo de processo também é relevante para que jovens em grupos de minorias entendam que terão dentro do ambiente corporativo a sensação de acolhimento e também de identificação, ao se deparar com algum profissional dentro da empresa com a mesma cor, a mesma deficiência ou a mesma orientação sexual que ele. 

É importante fazer com que esse jovem entenda que ele não será diminuído ou irá sofrer preconceito com isso. Pelo contrário: ele será respeitado pelo grande profissional que ele é.

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Entenda por que essa tendência pode ser benéfica para ambos os lados

A contratação de funcionários temporários é uma prática comum em períodos sazonais. Na indústria alimentícia, por exemplo, o número de colaboradores temporários costuma triplicar em períodos como a Páscoa e o Natal, para dar conta da demanda que costuma ser bem maior que os outros meses do ano.

Para se ter uma ideia, a Páscoa de 2021 trouxe um aumento de 37,3% na contratação de temporários em relação ao ano anterior, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Trabalho Temporário (Asserttem). Esses números são justificados pelo mercado cada vez mais reaquecido em comparação a 2020. 

Inclusive, podemos dizer que a pandemia causada pelo covid-19 é a grande responsável por fomentar essa modalidade de contratação. Diversas empresas paralisaram seus serviços com o início da pandemia, em março, e consequentemente realizaram demissões em massa. 

Porém, com a situação se normalizando lentamente e outros segmentos do comércio crescendo de maneira expressiva, como as vendas online, surge a necessidade de contar novamente com um número maior de funcionários para suprir as demandas.

CLT x Temporário

Com um cenário tão incerto, está cada vez mais complicado contratar funcionários na modalidade CLT. E isso não se refere apenas em relação aos custos. A situação econômica do país no período de pandemia, e até mesmo o pós-pandemia ainda é uma incógnita, fazendo com que as necessidades e prioridades de consumo por parte dos compradores sejam alteradas constantemente conforme as oscilações do mercado.

Isso faz com que a contratação temporária seja algo benéfico tanto para o contratante, como para o contratado, já que se trata de um acordo com período e responsabilidades pré-estabelecidas. E para quem pensa que funcionários temporários sofrem prejuízo por não possuírem direitos trabalhistas, está enganado. Existem diversas leis e regras contratuais que os protegem e que mencionaremos a seguir. 

Como funciona o contrato de trabalho temporário 

A contratação de temporários ocorre por meio de uma empresa responsável pela terceirização de serviços, que busca uma pessoa física para colocá-la à disposição de uma empresa tomadora de serviços. Geralmente, esse tipo de contrato visa cobrir a transição de profissionais ou mesmo atender uma demanda complementar de serviços. 

Duração de contrato

O prazo de duração do contrato é de 180 dias, em alguns casos podendo ser prorrogado para mais 90 dias corridos. Vale ressaltar que é preciso calcular os dias de forma corrida, mesmo que a empresa não preste serviços aos finais de semana e feriados, por exemplo. Isso ocorre para preservar as regras contratuais.

Direitos do trabalhador temporário

Conforme citamos anteriormente, o trabalhador temporário tem sim, seus direitos previstos por lei que devem ser respeitados e cumpridos de maneira rigorosa por seus contratantes. Confira quais são eles:   

  • Jornada de trabalho de até 8 horas diárias;
  • Horas extras garantem um acréscimo de pelo menos 50% no valor do salário;
  • Acréscimo de mais 20% na remuneração no caso de trabalhos noturnos;
  • Pelo menos um dia de descanso semanal (devidamente remunerado);
  • Remuneração proporcional à jornada de trabalho dos empregados que estão na mesma categoria na empresa, garantindo um salário justo;
  • Pagamento proporcional de férias;
  • Benefícios de Previdência Social e FGTS;
  • Seguro contra possíveis acidentes de trabalho;
  • Anotação na Carteira de Trabalho sobre a condição de trabalhador temporário.

Vantagens para o contratante

Com a necessidade constante das empresas se reinventarem para sobreviver a esse período tão delicado, a contratação temporária dá o fôlego necessário para que seja possível ter um quadro de funcionários suficientes para atender as demandas urgentes e estratégicas, mas ainda auxilia a manter o capital da companhia mais preservado caso a oscilação econômica persista.

A empresa ao optar por essa modalidade também evita multas caso ocorra o encerramento de contrato e outras questões trabalhistas, mas ainda sim protege o colaborador com seu salário e benefícios. Vale ressaltar também que o trabalho temporário é regulamentado de acordo com o Decreto 10.060/2019.

Surge um novo cenário

Em meio a tantos empregos perdidos por conta da pandemia, a notícia sobre a procura das empresas em contratar funcionários temporários torna-se um sinal de esperança. Isso porque companhias gigantes, como a Amazon, empregaram 70% dos 175 mil funcionários temporários que foram contratados no ano de 2020 e ainda manteve os outros 50 mil empregados sazonais até o final do ano, de acordo com a Forbes

Isso mostra que o mercado de trabalho está funcionando de maneira cíclica, já que muitos dos profissionais que perderam seus empregos estão sendo realocados em vagas temporárias e posteriormente, contratados.

Optar pelo contrato temporário é uma escolha que deve ser feita exclusivamente pela empresa, porém, não podemos negar que se mostra uma excelente alternativa para quem precisa de mão de obra qualificada e não pode prometer o contrato CLT para o colaborador.

E para contratar excelentes profissionais, nada melhor do que contar com uma empresa que realmente entende do assunto. A Hprojekt Outsourcing existe justamente para fazer a ponte entre empresas incríveis e profissionais incríveis.

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Dicas valiosas para deixar a procrastinação de lado e render mais

A pandemia causada pela Covid-19 mudou o estilo de vida de pessoas no mundo todo. A rotina em escritórios foi trocada pelo trabalho na mesa na sala de jantar, ou em um espaço improvisado pela casa. Diversas empresas notaram a necessidade de adaptar seus serviços para que seus funcionários pudessem trabalhar na modalidade home office, garantindo mais segurança para todos. 

Porém, será que essa nova rotina realmente funciona? Ou o fato de estar em casa faz com que as pessoas acabem procrastinando mais e intercalando os serviços de casa durante o período de trabalho, afetando a produtividade? 

A dificuldade em separar o ambiente de trabalho x área de descanso

De acordo com uma matéria publicada pelo National Geographic, que entrou em contato com alguns professores de universidades renomadas nos Estados Unidos, o isolamento fez com que nossas habilidades fossem prejudicadas, dificultando nossa concentração ao realizar tarefas. Além disso, muitas pessoas se queixam da dificuldade em conseguir separar o ambiente de trabalho com o local de descanso, já que agora ambos se tornaram o mesmo lugar. 

A cargo de curiosidade, enquanto redigimos essa publicação, o curso mais acessado no LinkedIn Learning  no Brasil leva o título de “Como vencer a procrastinação”, ministrado por Brenda Bailey-Hughes, professora de comunicação e liderança nos Estados Unidos.  A plataforma não divulga o número exato de usuários que realizaram o curso, mas estima-se uma média de 180 mil alunos. 

Mas qual será a resposta certa para essa pergunta? Como vencer a vontade de procrastinar para melhorar a performance de trabalho?

Pensando nisso, separamos algumas dicas para fazer com que seja possível aumentar a produtividade, independentemente do local escolhido para trabalhar. Confira a seguir!

1 – Priorize suas tarefas

Pode parecer algo óbvio, mas utilizar a primeira hora do seu dia para organizar suas tarefas é uma excelente forma de otimizar seu trabalho. Selecione suas atividades por ordem de prioridade, quais serão mais complexas, exigindo mais do seu tempo e quais são possíveis de serem realizadas rapidamente. 

A dica é utilizar alguma ferramenta para gerenciar suas demandas. Seja em plataformas online de organização, onde é possível selecionar tarefas e concluí-las, ou utilizando o método tradicional, como agendas e planners, a sensação de finalizá-las é algo único e dão aquele gás para ir em busca de encerrar mais atividades ao longo do dia de trabalho. 

2- Defina seus horários e evite o cansaço

Uma das maiores queixas dos profissionais em home office é o aumento de carga horária no trabalho. Por estar em casa, muitas vezes o serviço começa mais cedo que o horário padrão e termina tarde da noite. Porém, esse é um grande erro que pode inclusive causar grandes consequências em seu serviço.

De acordo com uma matéria publicada pelo UOL, pesquisadores comprovam que passar as noites trabalhando pode fazer com que o rendimento seja totalmente prejudicado. Uma noite mal dormida, ou trabalhar intensamente sem nenhum tipo de pausa traz riscos como falta de atenção, dificuldade de aprendizagem, perda de memória, além da concentração afetada. 

Sendo assim, é muito importante definir o seu horário de trabalho. Isso serve tanto para realizar as tarefas em um prazo pré-determinado, melhorando o seu rendimento e também para mostrar para o seu cérebro que, mesmo estando em casa, temos o período para trabalhar e o período para relaxar e descansar.

3- Evite as redes sociais

Nesse caso, é válido ressaltar que, atualmente, muitas pessoas trabalham ativamente com as redes sociais. Por essa razão, pode parecer um pouco difícil evitá-las. Porém, aquela “fuçadinha” despretensiosa no feed do Instagram ou responder aquele amigo no WhatsApp pode prejudicar bons minutos de rendimento de trabalho, atrasando não só você, mas também aqueles que dependem do seu serviço.

Sendo assim, é importante deixar o lazer de lado e, caso seja necessário utilizar as redes sociais para trabalho, focar apenas em suas tarefas e fechar as abas do navegador após encerrá-las. Você vai ver como isso fará com que sua produtividade aumente de maneira bastante significativa.

4- Determine um local fixo para trabalhar

Com a chegada da pandemia, muitas pessoas tiveram que se adaptar às pressas para trabalhar de casa, o que resultou em reuniões realizadas diretamente do sofá da sala ou até mesmo na cama. Essa opção, além de prejudicar a sua coluna, também interfere na sua produtividade. Isso porque nosso cérebro precisa entender que existem locais de trabalho e locais para descanso. 

Determinar um local para trabalho é interessante para o seu rendimento e também para sua organização. Uma mesa pensada exclusivamente para essa função pode fazer com que você se mantenha concentrado(a), em uma posição bem mais confortável e de quebra, com espaço para ter itens de escritório como porta-lápis, cadernos, agendas para anotações, fones de ouvido… entre outros itens que podem te auxiliar para trabalhar cada vez melhor.

5- Tire o pijama

É bastante comum ouvir pessoas dizerem que, com a chegada do home office, elas estão acostumadas a trabalhar de pijama o dia todo. Esse é mais um erro grave que afeta totalmente a sua produtividade. 

De acordo com uma publicação do portal 6minutos, do UOL, a escolha em trabalhar de pijama faz com que o cérebro se sinta condicionado a reduzir o ritmo de trabalho, já que a peça bastante confortável faz com que o nosso cérebro fique mais lento e mais aberto para distrações. 

Mas isso não significa que é preciso trabalhar de social dentro de casa (a não ser que você trabalhe com uma profissão que exija o uso em casos de videoconferência). Inclusive, boa parte das marcas de fast fashion – e até mesmo algumas da alta costura – adaptaram suas coleções para peças mais confortáveis e leves,  pensadas justamente para o home office. Assim, as pessoas podem trabalhar com looks mais despojados, mas ainda sim apropriados em casos de reuniões e compromissos com vídeos. 

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