Saiba mais sobre a importância desse dia

Hoje, dia 17 de maio, é o Dia Internacional Contra a LGBTfobia. Ao mesmo tempo em que devemos comemorar a evolução da conscientização por parte da população, em contrapartida, é preocupante o fato de ainda nos depararmos com atitudes preconceituosas  em pleno ano de 2021. Pensando nisso, decidimos celebrar o dia de hoje trazendo informações importantes para conscientizar ainda mais pessoas sobre a importância dessa data. Vamos lá?

Um passado que preferimos esquecer

Parece absurdo (e realmente é!) ler algo do tipo, mas infelizmente, até o ano de 1990, a orientação sexual de pessoas que se declaravam homossexuais eram tratadas como alguém que sofria uma doença, acreditando que se tratava de um distúrbio de personalidade. Até que, em 17 de maio do mesmo ano, a homossexualidade foi excluída da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um avanço muito importante, mas que ainda há muito o que ser feito. Infelizmente, nos deparamos com atitudes preconceituosas em nosso próprio círculo social, vindas de colegas de trabalho, parentes, conhecidos e até mesmo dos próprios pais. E isso precisa mudar de maneira urgente! 

A orientação sexual de uma pessoa não é, não pode e não deve ser considerada um problema. 

Dados preocupantes

De acordo com dados do portal G1, somente no ano de 2019 eram registradas uma morte por homofobia a cada 23 horas no Brasil, sendo causados por atos preconceituosos ou por suicídio de pessoas LGBT. Ao mesmo tempo, outra pesquisa aponta que cerca de 30% dos homens gays, bissexuais e transexuais não se sentem seguros nem ao mesmo quando estão dentro de suas casas com suas próprias famílias. 

E no ambiente de trabalho, são poucos os que não omitem sua orientação, com medo de represálias por parte dos chefes e dos colegas de trabalho. Para piorar a situação, ainda foi proposto um projeto de Lei para que qualquer tipo de relacionamento homoafetivo fosse divulgado em propagandas, alegando que isso traria “uma visão errada para as crianças”. Isso mostra o quanto ainda vivemos em uma sociedade retrógrada. 

O que podemos fazer para mudar isso?

Por sorte, ainda temos muitas pessoas dispostas a conscientizar as mentes preconceituosas que (infelizmente) ainda existem. Começando a mudança pelas redes sociais: o acesso à informação é essencial para trazer conhecimento a todas as pessoas. 

Hoje, não existem mais desculpas para atitudes que podem ferir pessoas LGBT por parte da população que tenha acesso ao conhecimento e também à internet. As informações estão por toda parte, divulgadas na televisão, nas redes sociais, nas revistas, nos sites… se nada disso for o suficiente para uma mudança de atitude, então o problema definitivamente está na pessoa. 

Usem suas redes sociais para atingir mais pessoas, compartilhem conteúdos voltados para o conhecimento em busca de um mundo sem discriminação. O maior desafio atualmente é trazer essa percepção para pessoas de gerações anteriores. Por sorte, a Geração Z traz consigo uma mente muito mais aberta para diversas pautas, e entre elas, a questão da orientação sexual que deixa de ser um “tabu”. 

Mas podemos dizer que a educação vem de casa – é essencial que os pais conversem com seus filhos de forma que entendam suas vontades e as aceitem, além de acolhê-los. A base familiar é muito importante para combater qualquer tipo de preconceito que possa existir. 

LGBTfobia e o mercado de trabalho

As pautas relacionadas à diversidade vêm ganhando cada vez espaço dentro do ambiente corporativo. E isso é excelente! Primeiro porque ambientes que possuem diversidade costumam ser mais criativos e gerar até mesmo mais benefícios para as empresas em diferentes aspectos, inclusive na lucratividade.

Mas o principal é estabelecer um ambiente de respeito entre todas as pessoas, onde suas escolhas pessoais não devem interferir em relação a alguma ocupação dentro da empresa. Criar esse ambiente diverso e respeitoso faz a diferença para que liderança e colaboradores se sintam confortáveis em viver suas vidas de forma mais tranquila, sem medo do que os “colegas” possam pensar ou julgar sobre sua orientação. 

Além disso, esse pode ser o “empurrãozinho” para que outros colaboradores também se sintam à vontade para entender que não há problema em gostar de alguém do mesmo sexo, ser bissexual ou transexual. No ambiente de trabalho, a única coisa que deve importar é a realização de um serviço impecável. 

Para isso, é bastante importante que a liderança das organizações estejam engajadas nessa causa, fazendo com que toda a equipe entenda a importância dos valores que a diversidade e o respeito podem trazer para dentro do seu dia a dia. E também, vale ressaltar que líderes que pertencem às minorias podem falar com mais propriedade sobre os dilemas e desafios enfrentados constantemente, fazendo com que iniciativas mais assertivas sejam realizadas. 

O que nós fazemos por essa causa?

A Newik, assim como todas as empresas do Grupo Hprojekt, estão constantemente engajadas nessa causa, tanto interna quanto externamente. Trabalhamos todos os dias em busca da conscientização e temos orgulho em dizer que possuímos uma equipe diversa, com lideranças pertencentes ao grupo LGBT e que nos proporcionam uma excelente visão sobre respeito e a importância de falarmos sobre a causa. 

Também realizamos para nossos clientes diversos processos seletivos voltados para pessoas LGBTQIA+ que buscam um espaço ou uma recolocação profissional dentro do mercado de trabalho. E ficamos felizes em fazer parte dessa mudança de vida de todas essas pessoas! Compartilhe esse conteúdo com seus amigos e traga a conscientização para mais pessoas. Lembrando que não existe cura para o que não é doença! 😉

Comments are closed.

EN PT ES