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#ProudAtWork: orgulho, conscientização e respeito

O mês de junho foi escolhido para celebrar o mês do orgulho LGBTQIA+. Mas você sabe qual foi a razão por trás disso? Sim, existe uma história que explica o porquê deste mês ser tão especial para o movimento! E além de contá-la, traremos mais um compilado de informações relevantes em busca de conscientizar a todos. Vamos conferir?

A Rebelião de Stonewall Inn

Na noite de 28 de junho de 1968, policiais realizavam vistorias em bares de Nova Iorque. Naquela época, a homossexualidade era vista como um crime. Ao entrarem no bar voltado para o público gay chamado Stonewall Inn, os policiais começaram a prender os frequentadores do local. Porém, os gays, drag queens e travestis presentes decidiram se unir contra a força da polícia e mostrar que não iam mais tolerar o preconceito e agressões por conta de suas orientações sexuais. 

A manifestação continuou no dia seguinte, reunindo cada vez mais pessoas. No total, foram seis noites de protestos, de acordo com informações do UOL. Com isso, nascia o movimento de liberação gay, que foi o pontapé inicial para diversos protestos necessários ao redor do mundo.

O ativismo LGBTQIA+

Para entendermos um pouco mais sobre a importância do Orgulho LGBTQIA+, precisamos saber um pouco mais a respeito dos movimentos sociais realizados. Seu maior objetivo é promover a equalização dos direitos, além de combater a violência e a discriminação social contra os membros da comunidade.

Além disso, visam lutar a favor da igualdade, inclusão, reconhecimento das relações homoafetivas e aceitação da diversidade sexual e de gênero. Uma tarefa que deveria ser simples, mas que infelizmente ainda encontra preconceitos advindos de uma sociedade com pensamentos retrógrados. Mas nós podemos mudar essa realidade, com informação e respeito! 😉

Mas afinal, qual o significado de cada letra por trás de LGBTQIA+?

Essa é uma dúvida bastante comum, mas estamos aqui para solucioná-la! 

  • Lésbicas: mulheres que sentem atração por outras mulheres, seja de forma sexual e/ou afetiva.
  • Gays: homens que sentem atração sexual e/ou afetiva por outros homens.
  • Bissexuais: pessoas com atração por homens e mulheres, tanto sexual, como afetiva.
  • Transgênero: trata-se de uma pessoa que não sente identificação com o seu gênero de nascimento. 
  • Travesti: também incluso no T, principalmente no Brasil, travesti são pessoas que se dizem transfemininas, que possuem inconformidade em relação ao padrão cis imposto pela sociedade.
  • Queer: pessoas que não se sentem parte do tradicional padrão heteronormativo. Não se identificam nem como homens, nem como mulheres.
  • Intersexo: são pessoas que não se encaixam no binário conhecido como sexo feminino e sexo masculino por diferentes questões biológicas, hormonais, genitais, entre outras possibilidades.
  • Assexual: alguém que não sente atração sexual por outras pessoas.
  • +: O + representa pessoas não-cis que não se consideram trans, ou não-binárias, ou agênero, além detodas as outras orientações que não são heterossexuais.

Recentemente, foram atribuídas novas letras para a sigla:

LGBTQIAPN+

Nesse caso, o P representa Pan, que são pessoas que sentem atração por pessoas de todos os gêneros, enquanto o N representa pessoas Não-binárias, que não se consideram somente, completamente e sempre apenas homens ou apenas mulheres.

Profissionais diversos no mercado de trabalho

Infelizmente, ainda lidamos com diversos acontecimentos relacionados à homofobia e intolerância em situações cotidianas, principalmente dentro do ambiente corporativo. Precisamos mudar essa cultura voltada para oprimir a diversidade sexual de forma urgente, trazendo mais informações para aqueles que necessitam e também para mostrar a importância de obtermos um ambiente mais inclusivo.

Por ora, podemos notar a evolução de grande parte das companhias ao implementar campanhas de conscientização, além de programas pautados na diversidade em busca de ampliar o espaço desses profissionais que merecem todo o respeito, afinal, a orientação sexual não afeta em absolutamente nada o dia a dia do coleguinha de trabalho ao lado, não é mesmo? 😉

Orgulho da nossa equipe diversa

Aqui na Hprojekt somos a favor do amor em sua pluralidade. Por isso, temos espaço para todos e queremos que se sintam representados e acolhidos em todas as áreas da empresa. Pensando nisso, trouxemos alguns depoimentos bem legais de membros da nossa equipe sobre conscientização e respeito no ambiente corporativo. Confira:

Já presenciei diversas situações de homofobia em outras experiências de trabalho (além de espaços na vida pessoal) e só quem já viveu isso na pele, sabe como essas situações te atingem, mesmo que não seja fisicamente. 

É por esse e outros motivos, que hoje tenho tanto orgulho de fazer parte do time Hprojekt, um ambiente sem distinção por orientação sexual, etnia ou cultura. E não é apenas uma questão de respeito mas também de valorização da Diversidade.”

  • Leandro Lomeu, Head de Marketing

Eu não esperava trabalhar com Customer Success, mas esse universo me transformou e me fez ser uma agente de mudanças, tanto da minha vida, como na de tantas outras pessoas que passaram pelo meu caminho. Como mulher lésbica, ser e existir no ambiente de trabalho é uma questão de representatividade e eu tenho o privilégio de ser aceita e abrir tantas portas.”

  • Heloisa Ribeiro, Analista de Customer Experience

Sentir-se em casa e conectado em um local onde passamos grande parte de nossas vidas é essencial. Precisamos da mudança de mindset nos diversos níveis das organizações e que todos levantem a bandeira da diversidade com orgulho. A Hprojekt possui isso em sua essência. #Beproud”

  • Rafael Vivo, Head de Customer Experience

Eu sempre sonhei em me encontrar no meu trabalho e poder realizar tal feito sem abrir mão de quem eu sou. Realmente, era um desafio diário, até encontrar na Hprojekt um lar. Um lugar repleto de pessoas maravilhosas que me acolheram e me incentivaram a resistir para existir, tal qual eu me enxergo e me sinto bem!”

  • Laura Silveira, Consultora de Recrutamento & Seleção

O mês de junho é voltado para a celebração da diversidade e luta a favor da comunidade LGBTQIAPN+.

Minha experiência no Grupo Hprojekt é de grande valia, pois aqui sou o Victor humano que defende tudo e todos. E acima disso, prezo pelo respeito para ser respeitado. Aqui posso me expressar e realizar meu trabalho de forma espontânea, sem sofrer qualquer tipo de preconceito ou ser rotulado.

Um fator motivacional é que abordamos fortemente esse tema e cada vez mais estamos em busca de realizar essa inclusão na empresa e sociedade em geral. Juntos somos mais fortes e aqui tornamos realidade!”

  • Victor Lofrano, Consultor de Recrutamento & Seleção

Ser aceito em um ambiente de trabalho do jeito que sou, sem ter que mudar minha postura, meu tom de voz… foi algo que sempre busquei enquanto procurava empresas para estagiar. Hoje, fazendo parte do time da Hprojekt, sei que estou num lugar onde posso ser eu por inteiro, sem ter medo, sem ser ofuscado e isso é um fator de motivação muito grande.”

  • João Dornelas, Estagiário de Recrutamento & Seleção

Eu cresci sem representatividade. Durante minha vida pensei que havia algo errado comigo, meus amigos e familiares me orientavam a procurar ajuda para “superar essa fase”.

A primeira vez que ouvi falar sobre assexuais já tinha 17 anos, não havia debates sobre esses temas no meu círculo social. Por conta disso, cresci com o sentimento de inferioridade, acreditava que a devia passar despercebida e isso afetou minhas experiências profissionais.

Sempre tive medo de levantar pautas de diversidade então não podia desenvolver todo meu potencial como profissional.

Quando entrei na Hprojekt, percebi que o clima era totalmente diferente. Fui contratada no mês do orgulho LGBTQIA+ e o amor e recepção dos colaboradores foi algo único e encantador.”

  • Julianna Fontana, Estagiária de Recrutamento & Seleção

Ser bissexual não é estar em cima do muro, confuso ou indeciso. O único muro erguido é o do estereótipo, da ideia generalizada, do preconceito. Esse sim deve ser derrubado.

O mês do orgulho LGBTQIA+ simboliza luta e conquista. Desejo forças para a comunidade. Orgulho em fazer parte da Hprojekt, uma empresa que abraça a diversidade. Celebremos o amor!”

  • Thais Rodrigues, Estagiária  de Recrutamento & Seleção

Gostou? Então envie esse artigo para seus amigos, colegas de trabalho e gestores. Juntos podemos transformar não só o ambiente corporativo, mas também o nosso dia a dia em um mundo mais diverso com o respeito que todos devem e merecem ter! 🙂

Confira algumas dicas para se sair bem nas entrevistas

Ao se candidatar para um processo seletivo, sabemos que o primeiro passo para conseguir se destacar é elaborar um bom currículo (e nós já comentamos aqui no blog algumas dicas para incrementar o seu. Se quiser conferir, basta clicar aqui). Mas, após o currículo ser selecionado e ser convidado a participar de um processo seletivo presencial, você sabe como agir?

A fase do processo seletivo é muito importante para que a empresa saiba mais a respeito do candidato, verificando se o perfil se encaixa com o fit cultural da empresa e entenda se faz sentido contratá-lo para fazer parte da equipe. Além disso, é nesse momento que são avaliadas diversas competências, como a capacidade de trazer respostas práticas e objetivas em um curto período durante a entrevista individual, ou a habilidade para trabalhar em grupo, ao serem realizadas dinâmicas. 

Mas além disso, existem algumas “regrinhas” que devem ser levadas em consideração ao participar de um processo seletivo presencial e que podem te ajudar a conquistar aquela tão sonhada vaga. Quer saber mais a respeito? Então fique ligado(a) no conteúdo a seguir!

Chegue no horário certo

Dizem que a primeira impressão é a que fica. Sabemos que imprevistos podem acontecer, mas eles também podem muitas vezes ser evitados quando nos preparamos previamente. Sendo assim, se a sua entrevista está agendada para às 14h, por exemplo, programe-se para sair de casa bem antes, de forma que caso algum problema ocorra pelo caminho, seja possível resolver e chegar a tempo. E quando nos referimos “a tempo”, vale ressaltar que nesse caso, seria pelo menos 20 minutos antes do horário combinado. 

Escolha um traje adequado

Os códigos de vestimenta de cada empresa podem variar muito. Se você vai fazer uma entrevista para uma empresa de advocacia, por exemplo, precisa usar trajes muito mais formais do que alguém que está buscando emprego em uma agência de publicidade. 

Aqui, o que vale é o bom senso: utilize roupas que imprimam a sua personalidade, mas que tenham a ver com a cultura da empresa. Evite calçados abertos, roupas justas, shorts e/ou bermudas. Usar bonés ou chapéus também está fora de cogitação. Nesse caso, o menos é mais. O que precisamos nesse momento é chamar a atenção para o seu potencial e não para as suas roupas. 

Estude a empresa

Quer algo mais motivador do que contratar alguém que saiba informações relevantes sobre a companhia e que demonstre interesse em fazer parte do time? Pois bem, os gestores da empresa também pensam dessa forma. Por isso é importante estudar sobre a organização de forma que você entenda mais sobre ela e tenha respostas objetivas quando perguntado sobre a razão pela qual você quer fazer parte. 

Enquanto aguarda, pegue leve no uso de aparelhos eletrônicos

Seja enquanto tomamos café, na sala de espera do dentista ou até mesmo quando não estamos fazendo nada, o nosso celular é uma distração poderosa. E enquanto aguardamos uma entrevista de emprego não seria diferente, certo? Depende. Você pode sim, mexer no celular enquanto espera, porém com parcimônia. 

Evite assistir vídeos em volume alto e não utilize fones de ouvido, afinal, alguém pode te chamar e você nem perceber por estar muito entretido no celular. Sendo assim, é válido aproveitar esse período de espera para estudar um pouco mais sobre a empresa ou até mesmo guardar o celular no bolso e observar a movimentação ao seu redor. Quem sabe isso também não te ajuda durante a entrevista?

Sua postura fala sobre você

Sabemos que a tensão faz parte do momento da entrevista. Mas tente se mostrar confiante! Uma boa postura e expressão de atenção mostram que você está realmente empenhado em integrar a equipe e passam uma imagem mais disposta. Se achar complicado saber a postura ideal entre o “à vontade” e a “postura de tensão”, tente treinar previamente em casa. Isso pode te ajudar bastante.

Demonstre segurança ao se comunicar

Além da postura, o diálogo é sempre muito observado durante os processos seletivos. Por isso, evite usar gírias e falas muito informais. Não significa que você precisa ser 100% formal, mas é preciso saber diferenciar uma conversa com gestores de uma empresa do que uma conversa cotidiana com os amigos, por exemplo. 

Prepare-se para diferentes tipos de perguntas

Cada processo seletivo é diferente do outro. Sendo assim, não podemos prever quais atividades ou quais perguntas serão realizadas. Porém, existem algumas questões que podem ser consideradas padrão nesse tipo de entrevista. Perguntas sobre seus planos a longo prazo, ou o que você faria durante uma situação conflitante são comuns, então esteja preparado para responder questões do tipo. Quanto mais claro e objetiva for sua resposta, melhor.

Mostre que você sabe trabalhar em grupo

Para uma empresa crescer, é preciso que todos os profissionais que fazem parte dela estejam alinhados em busca do mesmo objetivo. Por isso, é muito importante mostrar suas habilidades trabalhando em equipe, principalmente quando durante o processo seletivo há dinâmicas em grupo. O profissional capaz de se comunicar bem e realizar atividades em conjunto sempre se destaca, então não pense em agir individualmente, ok? Trabalhe com os colegas da dinâmica! 

Curtiu as nossas dicas? Então aproveite e envie para algum amigo(a) que está em busca de emprego. Assim, quando ele(a) for aprovado(a) na próxima entrevista, terá todas as dicas necessárias para garantir a vaga dos sonhos!

E se você está buscando uma oportunidade no mercado de trabalho, não deixe de conferir as vagas disponíveis no site da Newik e se candidatar.

Esperamos por você, boa sorte! 🙂

Confira mais detalhes sobre essa profissão que está em alta no mercado

Na semana passada, trouxemos em um dos nossos artigos mais detalhes sobre o que faz um desenvolvedor front-end, além do que é preciso para se tornar um bom profissional nesse nicho. Hoje, prosseguindo com o tema, vamos seguir falando dos devs, mas agora sobre os desenvolvedores back-end.

Em um mundo cada vez mais virtual, onde praticamente tudo é feito pela internet, os desenvolvedores se tornaram profissionais altamente disputados no mercado, com direito a altos salários e perspectivas de crescimento dentro das companhias. 

Estima-se que, somente no ano de 2020, a procura por profissionais do segmento tenha crescido mais da metade, já que boa parte das empresas começaram a investir pesado em seus portais e plataformas para sustentar as vendas mesmo no período de pandemia. E essa movimentação continua esse ano, uma excelente oportunidade para quem quer apostar na carreira de desenvolvedor.

Mas você sabe a diferença entre o profissional front-end e o de back-end? Enquanto o front-end é responsável por cuidar da interface de sites e aplicativos, por exemplo, o back-end cuida dos “bastidores”, ou seja, das demandas internas de programação e códigos para que o usuário possa ter uma experiência ágil e satisfatória. 

Quer entender um pouco mais sobre a rotina do desenvolvedor back-end? Então fique atento que vamos dar todos os detalhes sobre essa função e mais: vamos mostrar tudo o que você precisa saber para se tornar um desenvolvedor back-end! Confira a seguir!

Quais são as funções do desenvolvedor back-end?

O dev back-end é responsável por cuidar da parte de planejamento, construção e implementação de um desenvolvimento de software, trabalhando de forma que mantenha toda a estrutura funcionando da maneira correta. Sem ele, não é possível um site e/ou o sistema rodar, já que ele é quem faz com exista uma integração entre os servidores.

Trabalhando diretamente com ferramentas importantes, é preciso ter conhecimento de diferentes tecnologias de dados. Isso porque todo aquele processo que estamos acostumados a fazer em um clique – como pesquisar informações em sites de busca, ler artigos, fazer login ou até mesmo comprar algo pela internet – necessita do trabalho do desenvolvedor. 

Podemos dizer que ele faz uma espécie de conexão. Isso porque os códigos gerados pelo desenvolvedor serão os responsáveis por comunicar as informações presentes do banco de dados para o navegador.

Qual é a área de formação para trabalhar nessa área?

Os cursos de ciência da computação e tecnologia da informação costumam ser uma excelente base para quem deseja se tornar um desenvolvedor. Porém, é interessante realizar alguns cursos extracurriculares para aprender um pouco mais a respeito de programações específicas que a área exige.

Um bom exemplo é a necessidade de entender algumas linguagens específicas, como HTML, CSS, JavaScript, Python, Ruby e PHP; ter conhecimento de servidores, como DNS, FTS e Proxy; alta compreensão de escalabilidade e APIs. Isso muitas vezes não é abordado a fundo nos cursos de graduação voltados para a tecnologia, então vale a pena se dedicar em cursos extras e também buscando conhecimento por meio de conteúdos e vídeos online para se especializar. 

Quais as habilidades esperadas desse profissional?

O desenvolvedor back-end precisa, impreterivelmente, ter conhecimento de linguagens de programação. Não é preciso conhecer todas, porém é necessário entender a respeito da programação utilizada na empresa da qual ele vai trabalhar. Por isso, é válido buscar entender um pouco mais sobre as mais utilizadas pelo mercado na atualidade, mesmo que de maneira mais superficial e depois focar em se aprofundar na utilizada pela companhia.

Também é preciso ter capacidade de gerenciar bancos de dados e administrar servidores, ter habilidade com a infraestrutura de TI de maneira geral, conhecimento de UX (experiência do usuário) e UI (interface do usuário), alta compreensão de acessibilidade e segurança virtuais (algo muito importante principalmente por conta da LGPD) e boa comunicação, para conseguir trabalhar em conjunto com o desenvolvedor front-end.

Qual é a média salarial de um desenvolvedor back-end?

Conforme citamos anteriormente, trata-se de uma área bastante disputada no mercado de trabalho, porém com poucos profissionais altamente qualificados. Se você ingressar no mercado e se especializar como um grande dev back-end, os salários de um profissional pleno podem variar entre R$3.500 e R$6.500, enquanto o profissional senior pode ter ganhos a partir de R$12 mil. Um salário bastante interessante, não acha? 😉

A Hub42, sempre atenta a esse mercado, trabalha exclusivamente com profissionais da área tech. O maior objetivo da nossa equipe é se tornar um eixo entre talentos e sonhos, caminhando cada vez mais para o crescimento do mercado de inovação. Você pode saber um pouco mais sobre nosso trabalho clicando aqui

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A tendência do home office segue crescendo

Em março do ano passado, a pandemia causada pelo novo coronavírus mudou totalmente a rotina de muitas pessoas no mundo inteiro. Com todas as determinações impostas pelas organizações, a rotina de acordar bem cedo, pegar transporte público ou encarar o trânsito dentro do carro, levar horas até chegar ao trabalho e repetir o processo no final do expediente deu lugar a novas regras de distanciamento.

Ou seja: o ambiente corporativo deu lugar a um escritório muitas vezes improvisado dentro de casa, em uma escrivaninha no quarto ou na mesa da sala de jantar. Os colegas que estavam presentes no dia a dia e também nos almoços, hoje só se veem por videoconferência. 

O que pensamos ser apenas uma fase, infelizmente se estendeu. Atualmente, completamos 1 ano e 3 meses de pandemia, seguindo o distanciamento social, utilizando máscaras e evitando qualquer tipo de ambiente que possa causar algum tipo de aglomeração. 

Por conta disso, muitas coisas em nossas vidas mudaram de maneira bastante significativa. As compras passaram a ser online, os encontros com os amigos são feitos via chamada de vídeo e o trabalho… bem, esse segue a todo vapor, porém dentro de nossas casas. E sabemos que essa modalidade home office ao mesmo tempo que agrada diversos profissionais, em contrapartida desagrada muitos outros.

O trabalho remoto

A rotina de trabalho remoto teve início bem antes da pandemia. Algumas grandes empresas já eram adeptas do trabalho híbrido, permitindo que seus colaboradores trabalhassem de uma a duas vezes por semana em casa ou em qualquer outro local, desde que cumprissem o horário de trabalho e as tarefas estipuladas. 

De híbrido, tornou-se 100% remoto a partir de março de 2020 e desde então, muitas companhias afirmam que pretendem seguir na modalidade home office, já que de acordo com uma pesquisa publicada pelo UOL Economia, cerca de 35,6% dos profissionais acreditam que o trabalho remoto faz com que eles se tornem mais produtivos em comparação com o regime presencial. 

Diversas empresas do setor de tecnologia endossam essa teoria e oferecem vagas 100% remotas, já que acreditam que, mesmo em um mundo pós-pandemia, o home office permite maior flexibilidade tanto para a vida profissional, como na pessoal dos colaboradores. 

Uma situação boa extraída de uma fase ruim 

Certamente, ninguém esperava viver em um cenário como o de 2020 e que perdura até hoje. Somos diariamente bombardeados com notícias delicadas e que muitas vezes podem nos deprimir. Porém, não podemos negar que a mudança extrema de estilo de vida nos fez mais próximos de nossas famílias, dos animais de estimação e nos permitiu valorizar pequenas coisas dentro de nossas casas.

Com isso, diversas empresas notaram que, além do aumento da produtividade, os colaboradores sentiram que era possível conciliar o trabalho com rotinas pessoais com maior facilidade, sendo algo benéfico para ambos os lados. Afinal, o trabalho remoto permite que a pessoa exerça suas atividades de qualquer lugar. 

Ou seja, se ela decidir se mudar para a praia de maneira definitiva, basta um bom computador com acesso a internet. Não é à toa que grande parte das pousadas e casas de aluguel para temporada estão investindo ativamente em uma boa conexão de internet. Isso é facilmente explicado pelo fluxo intenso de pessoas interessadas em trabalhar diretamente de um local mais tranquilo e longe das grandes cidades.

Aplicando na prática

Para os colaboradores que afirmam gostar de trabalhar de forma remota, as vantagens mais citadas são, além da flexibilidade já citada anteriormente, a economia de tempo que era gasta em transporte, economia de combustível e também com alimentação.

Muitos afirmam que o tempo que gastavam no transporte, por exemplo, fora substituído pela prática de exercícios físicos, em um tempo maior para os filhos ou até mesmo organizando as refeições da semana. Se somarmos a média de um cidadão de São Paulo, que costuma levar cerca de 1h30 em cada trajeto do dia, são 15 horas a mais para fazer o que bem entender durante a semana, que antes era perdido no trânsito. Impressionante, não?

As desvantagens em certos setores

Mas é claro que, na prática, devemos lembrar de que o home office não é possível para todas as atividades, infelizmente. Setores industriais, de saúde, transporte e alimentação, por exemplo, não possuem essa mesma alternativa, a não ser quando nos referimos aos setores administrativos dessas empresas. 

Sendo assim, os líderes das empresas devem analisar, em conjunto com seus colaboradores, se sua área de atuação é viável para a prática de home office ou não. O trabalho remoto é interessante, mas precisa funcionar em sua totalidade. E sabemos que em alguns casos, isso não é possível.

Mas, afinal: o trabalho remoto funciona ou não funciona?

Em casos em que é possível aplicar toda a rotina de trabalho de maneira remota, podemos dizer que sim, o home office funciona. Mas é preciso se atentar na forma que ele será aplicado. A empresa disponibiliza os equipamentos eletrônicos necessários? Disponibiliza cadeiras confortáveis e materiais de escritório? Os horários são respeitados? Essas são algumas questões que podem (e devem) ser esclarecidas entre a empresa e o colaborador.

O trabalho remoto está se tornando, sim, o novo normal. São poucas as pessoas que se sentem confortáveis em voltar para o modelo 100% presencial. O modelo híbrido é discutível e o totalmente remoto é a escolha da vez. E as empresas precisam se adaptar. Seja nos processos, na disponibilização de materiais de trabalho e até mesmo na flexibilidade de agendas, de forma que todos consigam se comunicar, tudo pode ser feito de casa. Só depende do esforço mútuo.

E você, busca um novo trabalho em regime home office? 

A Hprojekt possui diversas oportunidades em seu portal de vagas para trabalhos remotos. Ficou interessado(a)? Então acesse clicando aqui e candidate-se agora mesmo!

Confira algumas dicas valiosas para garantir sua vaga dos sonhos

Ingressar no mercado de trabalho é um dos momentos mais importantes da vida de um jovem que está começando a carreira profissional. Seja no primeiro período ou na fase final da faculdade, trata-se de um período essencial de aprendizado e também de evolução, tanto pessoal quanto profissionalmente. 

O período pandêmico, do qual estamos vivendo agora, trouxe um cenário um pouco mais complexo para os jovens estudantes. Além das aulas presenciais sendo substituídas por conteúdos online, as formas nas quais as oportunidades de estágio estão sendo abordadas também sofreram mudanças. Com vagas para estágios 100% remotos, híbridos ou até mesmo presenciais em um mundo pós-pandemia, é preciso estar preparado(a) para todas essas alternativas.

Afinal, para exercer nossa área de formação, devemos ir além do conteúdo passado em aula. A vivência é extremamente importante para que o aluno compreenda ainda mais o que lhe foi ensinado na faculdade, para que assim possa aplicá-lo de maneira realmente efetiva em seu trabalho no futuro. Mas para isso, é preciso começar.

Hoje, vamos falar sobre a saga do primeiro emprego e quais são as melhores dicas para que você possa se preparar para uma entrevista de estágio tranquila, com a garantia de ser aprovado no processo seletivo. Se interessou pelo assunto? É o momento que você está vivendo atualmente? Então fique ligado e continue com a gente!  

Como começo a procurar meu primeiro emprego?

Primeiramente, esteja atento às oportunidades. Tenha um perfil no LinkedIn contendo todas as informações necessárias para que você possa ser visto e principalmente, encontrado pelos recrutadores. 

Informe sua faculdade, o ano de início e o ano previsto para o término da graduação, quais idiomas você possui fluência, além de acrescentar os cursos extracurriculares que você já fez, trabalhos voluntários, prêmios da faculdade, entre outros itens que te ajudam a trazer relevância para ser notado.

Tenha um bom currículo

“Mesmo que eu não tenha experiência, eu devo fazer um currículo?” Sim! Isso porque os recrutadores precisam ter uma base sobre todas as suas vivências, mesmo que essa seja a sua primeira experiência profissional. Assim como o LinkedIn, vale citar em detalhes a área de formação, os cursos extras, prêmios, idiomas e seu contato, caso o recrutador queira entrar em contato.

Vale ressaltar que um bom currículo não precisa ser enorme – e na verdade, nem deve ser. Mesmo com pessoas experientes, o ideal é que ele não passe de duas páginas. No caso do primeiro emprego, uma folha sucinta, porém bem explicada e organizada, faz toda a diferença. 

Uma dica interessante para quem deseja incrementar o visual do currículo é acessar sites que disponibilizam modelos prontos, como o Canva. São várias opções e modelos gratuitos que ajudam a mostrar para os recrutadores que você “caprichou” e se empenhou para enviar seu currículo para eles. 

Aprenda sobre a empresa

Se você passou pelas etapas anteriores e foi chamado para uma entrevista, seja ela online ou presencial, aproveite o tempo que antecede a conversa para aprender um pouco mais sobre a companhia. Isso lhe trará mais confiança na hora de conversar com o recrutador e também te ajuda a ganhar pontos, já que mostra o seu interesse em fazer parte daquela equipe.

Pesquise conteúdos sobre a organização no LinkedIn, Google, no site da própria empresa ou até mesmo dando uma checada nas redes sociais dos colaboradores. Toda pesquisa é válida para extrair mais informações e trazer boas respostas durante a entrevista.

Não tenha medo de fazer perguntas

Apesar da maioria das pessoas pensar o contrário, a entrevista pode sim, ser o momento em que o candidato pode fazer algumas perguntas sobre a empresa e também a respeito da vaga (com perguntas pertinentes, é claro). Até porque é interessante demonstrar também esse tipo de interesse para entender mais sobre o que a empresa espera daquele candidato durante o estágio. Ou seja: não tenha medo de perguntar!

Demonstre interesse em se aperfeiçoar

Além da faculdade, é interessante mostrar que você está disposto(a) a agregar ainda mais conhecimento em sua área de formação. Por isso, mostre-se atento às tendências do mercado (ler portais de notícias e páginas voltadas para o mercado de trabalho faz toda a diferença!) e traga ideias daquilo que você acredita ser interessante para melhorar ainda mais os processos da companhia.

O estagiário é MUITO importante para o avanço da empresa

Você, na condição de estudante e candidato a uma vaga de estágio deve entender que, ao contrário do que muitos dizem, o estagiário é essencial para o progresso da empresa. Suas atividades são importantes e tem relevância para otimizar os processos tanto internos como externos. O trabalho realizado muitas vezes é a base para evoluir ainda mais outros produtos e serviços da companhia.

Sendo assim, entenda que você é importante sim e tem muito valor para a empresa da qual fará parte. Traga ideias, compartilhe conhecimento, pergunte, sinta vontade de ajudar e de evoluir! A experiência que o estágio traz é enriquecedora e com certeza será um dos grandes responsáveis por moldar o profissional que você será no futuro! 

Além disso, são inúmeras as histórias de pessoas que começaram estagiando em grandes empresas e hoje encontram-se em cargos de prestígio nas companhias, trabalhando na área de liderança. E por que não começar tentando desde já? 

A Newik possui diversos programas de estágio e trainee para os jovens que buscam o seu primeiro emprego. Temos certeza de que você irá encontrar a oportunidade dos seus sonhos! Para conferir as vagas disponíveis, clique aqui 😉

Entenda como a terceirização pode ajudar a melhorar o desempenho da sua empresa

Você provavelmente já ouviu falar em outsourcing. Essa palavra, traduzida para o português, significa nada menos que terceirização. Tema esse que vem sendo bastante pesquisado tanto pelos profissionais, como pelas empresas, já que desde 2017 o então presidente Michel Temer realizou algumas modificações na Lei de nº13.429

Desde então, as empresas podem optar por contratar profissionais terceirizados para diversas áreas dentro da organização sem restrições, algo que antigamente não era possível. Antes, só eram permitidas contratações terceirizadas para atividades-meio. Com a mudança da Lei, foram liberadas as contratações também para as atividades-fim.

Com isso, a empresa que busca contratar novos colaboradores tem mais tranquilidade. Por se tratar de uma terceirização, a contratação, remuneração e boa parte da orientação fica por conta da empresa terceirizada, enquanto a contratante fica com o dever de oferecer segurança, salubridade e higiene para os colaboradores terceirizados exercerem seus serviços. 

Diante da crise enfrentada por todo o mundo devido a pandemia, a economia brasileira encontra-se cada vez mais incerta. E por conta disso, apesar de muitas empresas oferecerem produtos e serviços que cresceram mesmo que no período pandêmico, são poucas as que estão se arriscando para contratar de forma direta colaboradores em regime CLT. 

Essa é uma situação bastante compreensível, já que com o futuro incerto que temos pela frente, é complicado se comprometer com contratações a longo prazo enquanto o cenário não melhorar. Sendo assim, a terceirização se encontra como a solução perfeita para atender as demandas daquele período sem comprometer os caixas da empresa.

Quer entender um pouco mais sobre uma empresa voltada para a contratação de trabalhadores temporários? Então fiquem ligados no conteúdo a seguir e saiba se vale a pena contratar uma empresa de outsourcing:

Como funciona o outsourcing?

A empresa de outsourcing é a responsável por recrutar talentos das mais diversas áreas, cargos e experiências. É importante possuir um leque bem grande de profissionais, já que cada organização tem sua demanda e uma costuma ser diferente da outra. Por isso, é preciso ter bastante conhecimento e profissionalismo para entrevistar esses candidatos e filtrá-los, de forma a oferecer para as empresas contratantes os colaboradores que mais se encaixam nos perfis de cada companhia. 

Ou seja, não se trata apenas de ter um banco de talentos: é preciso entrevistar, saber a fundo sobre a vida profissional daquele candidato para entender se ele será capaz de atender as demandas e suprir as necessidades daquele cargo em específico. 

Uma escolha assertiva para cada cargo

Com o processo realizado de maneira bastante criteriosa, encontra-se o candidato ideal, que possui o perfil mais assertivo possível para aquilo que a empresa contratante deseja. Isso otimiza o tempo do contratante, já que a empresa responsável pela terceirização é quem vai trazer o profissional certo e com o contrato feito. Sendo assim, como já está tudo bem definido, basta o candidato já começar a trabalhar para a empresa.

Menos burocracia para a empresa

Com a contratação realizada pela empresa de outsourcing, todos os processos contratuais, admissionais e burocráticos são de responsabilidade da terceirizada e não da empresa contratante. Isso também reduz o trabalho das companhias, que assim podem focar exclusivamente na sua produtividade.

E fique tranquilo: apesar do processo de terceirização, todos os colaboradores possuem contratos que garantem sua segurança e seus direitos, assim como um funcionário que trabalha em regime CLT. Ou seja, é um trabalho que traz benefícios tanto para o contratante, como para o funcionário contratado, mesmo que em um regime diferenciado.

Podemos concluir assim que a terceirização tem se mostrado o melhor caminho para as empresas nesse período tão delicado em que estamos vivendo, pois além de auxiliar a suprir as demandas do momento, também garante emprego para os profissionais disponíveis para o mercado de trabalho ou que buscam recolocação.

Porém, é muito importante contar sempre com uma empresa de outsourcing que tenha credibilidade e faça o serviço de maneira correta, para oferecer sempre o melhor para as empresas e também para os talentos que integram a sua equipe. 

Vale ressaltar que, com esse tipo de serviço e a permissão das atividades meio e fim, é possível oferecer um escopo ainda maior de talentos altamente qualificados para auxiliar no crescimento da empresa. Conte com o processo de terceirização para alavancar o seu negócio!

A Hprojekt Outsourcing foi criada para trazer exatamente esse tipo de solução para a sua empresa: nós realizamos a contratação dos colaboradores, cuidando de toda a parte burocrática e selecionando os melhores profissionais que tenham o fit cultural com cada companhia. 

Isso garante mais agilidade e assertividade no processo, sem prejudicar o caixa da empresa. Quer saber mais? Entre em contato conosco!

Será um prazer atendê-lo(a) e pensar na melhor solução para o seu negócio! 😉

Área está cada vez mais em alta no mercado, a ponto de faltar profissionais especializados

Se alguém disser que existe uma profissão bastante requisitada no mundo corporativo, com altos salários, mas que sofre com a falta de mão de obra especializada para essa área, você acreditaria? Pois ela realmente existe. Trata-se dos devs, forma abreviada para mencionar os desenvolvedores

Esses profissionais são constantemente disputados no mercado, afinal, em um mundo cada vez mais conectado, é essencial contar com pessoas qualificadas para lidar com questões de usabilidade e também visuais, oferecendo uma experiência completa para o consumidor. Hoje, em específico, vamos falar em uma das modalidades dos desenvolvedores: os que trabalham focados em Front-end.

“É uma carreira promissora, já que a transformação digital já faz parte das nossas vidas”, afirma Eduarda Zaneltin, CEO e co-founder da Hub42, empresa pertencente ao Grupo Hprojekt focada em recrutamento e seleção de profissionais tech. Ela também afirma que a procura por esses profissionais aumentou por conta da mudança nas formas de consumo. 

“As companhias hoje se preocupam muito mais com o cliente, ele é o foco de tudo”. Sendo assim, é importante oferecer a melhor experiência para o consumidor não só presencialmente, mas também no digital. E é aí que os Desenvolvedores Front-end entram em cena.

Por que contar com Desenvolvedores Front-end é tão importante?

Podemos afirmar que os devs são importantes para diversas áreas dentro de uma empresa: Isso porque ele se faz presente em diversas áreas essenciais para o sucesso do negócio, tanto em processos internos como em sites e aplicativos que visam trazer a melhor experiência possível para o consumidor.

De maneira sucinta, o Desenvolvedor Front-end é responsável por realizar a codificação de interfaces de diversos sistemas, aplicativos, sites e muito mais. Esse profissional precisa entender diferentes linguagens voltadas para programação e, de preferência, desenvolver habilidades em User Experience (UX) e User Interface (UI).

“Quando chega o momento da transformação digital de uma empresa, onde são criados sites, apps, aumenta o foco em usabilidade, se torna bastante necessário ter um desenvolvedor front-end dentro das empresas para prestar esse apoio”, informa Eduarda. Eles também podem auxiliar no aumento da eficiência operacional das companhias. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as funções de um Desenvolvedor Front-end dentro das empresas, que tal saber mais detalhes importantes para quem deseja ingressar nessa área? A seguir, falaremos sobre a rotina desse dev e o que é imprescindível saber para se tornar um grande profissional no segmento. Confira! 

O que é preciso para se tornar um bom Desenvolvedor Front-end?

Para se tornar um profissional de referência no mercado, primeiramente é preciso focar em graduações como Tecnologia da Informação, Ciência da Computação e áreas correlatas. Além disso, é importante ser flexível, multifunções e estar sempre disposto a conhecer novas tecnologias.  

Em grande parte das vezes, a graduação não traz todo o conhecimento necessário para desenvolver as atividades que fazem parte da rotina do dev. Sendo assim, é interessante focar em cursos livres para trazer ainda mais conhecimento na realização de seus serviços. Existem diversos sites que disponibilizam cursos online com certificados, auxiliando na capacitação e no desenvolvimento profissional. 

Check list pra quem está começando no Front-end

Para quem quer iniciar nessa área, é muito importante que ela tenha compreensão de todos os passos que deve seguir. Um desenvolvedor deve se atualizar constantemente, já que a tecnologia está mudando de forma cada vez mais rápida. Sendo assim, no primeiro momento é preciso aprender e entender Html e CSS e praticar suas habilidades fazendo sites e estáticos.

Em seguida, com a compreensão das tecnologias citadas anteriormente, é essencial aprender sobre JavaScript, a principal linguagem de programação. Ter conhecimento mínimo de APIs externas e fazer requisições de APIs também é um grande diferencial para quem deseja se destacar no mercado. 

Por fim, entender sobre manipulação de Arrays e Framework, além de React, Angular e Vue atualmente é interessante para poder se candidatar aos cargos mais disputados pelas empresas. E quando falamos em “disputado”, são as empresas buscando de maneira assídua por esses profissionais, já que são poucos que possuem tais qualidades para ocupar os cargos que as mesmas necessitam. 

Para tornar o aprendizado ainda mais efetivo, além de cursos livres, vale acompanhar alguns vídeos no YouTube, portais especializados em tecnologia e também pelo Git Hub, um comunidade na qual profissionais e iniciantes da área compartilham experiências, dão opinião sobre seus trabalhos e consultam uns aos outros. São formais bem legais de agregar ainda mais conhecimento!

Conclusão

O Desenvolvedor Front-end precisa gostar de atuar de maneira direta com interação e também com desenvolvimento voltado para a experiência do usuário, se preocupa em alinhar a parte criativa e artística com uma interface prática e de fácil acesso.

O mercado de tecnologia muda constantemente. É preciso gostar de mudar suas linguagens, ter sede de inovação. Quem tem o hábito de manter uma linguagem antiga como dev, acaba sendo deixado para trás. Por isso, estude, tenha curiosidade, busque aprender sempre mais.

Essa é uma grande oportunidade de crescimento dentro das maiores companhias e todas estão a espera do melhor profissional para ocupar esse cargo. Quem sabe o candidato eleito não pode ser você? 😉

Para mais novidades sobre tecnologia, acesse o portal da Hub42 clicando aqui. 

 

Saiba mais sobre esse cargo tão necessário e cada vez mais requisitado no mercado

Por diversas vezes você já deve ter se deparado com o termo Product Owner. Seja em entrevistas, publicações, vagas de emprego ou até mesmo de forma já implementada dentro das companhias, trata-se de uma função cada vez mais requisitada pelas organizações, principalmente as que trabalham com tecnologia.

Mas afinal, o que é Product Owner? O que eles fazem? Do que se alimentam? 

Brincadeiras à parte, o Product Owner é o profissional responsável por tomar a frente de projetos ágeis, ou seja, aqueles que necessitam de rapidez e flexibilidade. Ele precisa entender como obter o melhor produto e/ou serviço com seu valor máximo, porém custando o mínimo possível para a empresa. 

Sendo uma espécie de peça-chave da companhia, é ele quem estabelece o elo entre os gestores e toda a equipe que irá desenvolver os diversos projetos, além de gerenciar todas as atividades e processos feitos por esse time. 

O P.O. (sigla para os encarregados dessa função), precisa ser bastante comprometido em busca de evoluir cada vez mais em seus projetos. Deve-se fazer sempre presente, mantendo contato com todos os membros de sua equipe, participando ativamente de reuniões em busca de obter resultados cada vez mais satisfatórios.

É dele também a responsabilidade de trazer para dentro da companhia as vontades dos clientes, pesquisar e entender quais são as suas necessidades e transformá-las em produtos que sejam efetivamente consumidos por eles. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre esse cargo que vem crescendo a cada dia no mercado, confira a seguir mais detalhes sobre o que é preciso para se tornar um bom Product Owner e o porque ele é tão essencial para a evolução dos negócios. Confira:

O que é preciso para ser um bom Product Owner?

Por estar literalmente à frente de um projeto, o Product Owner precisa, acima de tudo, saber como se comunicar, tanto interna quanto externamente. Quando falamos da área interna, por exemplo, esse profissional precisa estar sempre alinhado com a sua equipe, ficando a par de todas as etapas do trabalho para que também possa auxiliá-los sempre que necessário em busca dos melhores resultados. 

Já externamente, o profissional deve estar atento a todas as novidades. Estar sempre conectado é bastante importante e vantajoso para sair na frente dos concorrentes em novas tendências, novas necessidades de consumo, novos hábitos, entre outros. Conversar com o público também é necessário para entender o que ele realmente precisa. E isso hoje pode ser facilmente resolvido com a ajuda de diversos recursos disponíveis na internet. 

Tomar decisões eficazes

Quem ocupa cargos de liderança já deve estar preparado para desafios constantes. Isso porque, apesar de possuir uma equipe para auxiliar em todos os processos, sabemos que a decisão final sempre deve ser tomada por esse profissional. Sendo assim, o P.O. precisa ter uma linha de raciocínio bastante prática, conseguindo priorizar funções e tomar decisões eficazes, de forma a agradar todas as partes envolvidas (nesse caso, podemos considerar entre gestores e clientes). 

Com novas demandas surgindo o tempo todo, além de mudanças drásticas no hábito dos consumidores quase que diariamente, essa tomada de decisão rápida se torna ainda mais necessária. Mas é claro, que, apesar de rápida, essas decisões precisam ser muito bem pensadas para não comprometer nenhuma área, nem trazer problemas posteriores.  

Ter uma visão do cenário como um todo 

Além da tomada de decisões, o P.O. deve saber o que é preciso para alinhar de forma bastante clara quais são os objetivos da empresa com a atual situação do mercado. O que pode ser feito? O que pode mudar? Como eu consigo atingir tais metas? Tudo isso exige um estudo e análise minuciosa tanto do mercado, como da própria empresa do qual ele faz parte.

Ou seja, podemos dizer que o Product Owner “vive em dois mundos”: ao mesmo tempo em que se preocupa com todo o desenvolvimento, desde a estratégia inicial até a entrega, ele também deve estar atento com as respostas de seus clientes. Ele precisa estar ligado nesses dois grupos para entender o que pode ser melhorado para atender diferentes necessidades dos mais variados tipos de consumidores.

Consideração final

Com isso, podemos entender que o trabalho de um Product Owner está atrelado à comunicação, planejamento, estudos e muita estratégia. Esse profissional precisa ter bastante disposição para liderar um time sedento por desafios em busca de se superar a cada dia. Em um mercado cada vez mais competitivo, querer fazer diferente faz com que você se destaque diante da multidão. E é justamente essa vontade de pensar fora da caixa, de sair do óbvio, que as empresas tanto buscam atualmente. 

Gostou de saber um pouco mais a respeito desse cargo que tem crescido exponencialmente nos últimos tempos? Conte para a gente nos comentários nas nossas redes sociais, queremos saber a sua opinião! 

E se você está em busca de uma nova oportunidade ou de recolocação, nós da Hprojekt estamos prontos para te ajudar! Acesse agora mesmo o nosso portal de vagas clicando aqui, candidate-se e boa sorte! 🙂

 

Saiba como melhorar seu rendimento mesmo trabalhando de casa

O home office se tornou uma realidade na vida de milhões de pessoas ao redor do mundo. O movimento, iniciado por empresas de grande porte, costumava oferecer ao funcionário um dia de trabalho em casa (ou em qualquer outro local, contanto que as atividades combinadas fossem entregues no prazo determinado). Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, o que fazia parte de apenas um dia da rotina de vários profissionais, hoje é o dia a dia de muitos.

Enquanto algumas pessoas afirmam não ter se adaptado a esse modelo de trabalho, outras não querem mais saber de voltar para o escritório. Ou ao menos querem ter o direito de escolha. É o que afirma a reportagem publicada pela CNN Brasil, que afirma que 9 entre 10 brasileiros desejam ter a opção de decidir voltar ao trabalho presencial ou não.

Inclusive, esse é um assunto bastante recorrente entre os profissionais de RH. Em entrevistas, um dos maiores questionamentos por parte dos candidatos é justamente se há opção de trabalho remoto. E isso tem sido notado pelas empresas. Em matéria da rádio CBN, cerca de 85% dos gestores pretendem manter o modelo de trabalho híbrido, para atender às demandas de ambos os lados. 

 Ficar em casa definitivamente pode ser uma opção?

Algumas empresas notaram o aumento de produtividade ao manter seus funcionários em casa (um aumento de cerca de 41%, segundo pesquisa publicada pelo portal G1), além de gerar economia em relação às despesas fixas que um escritório possui. 

Empresas como o Google e Heineken já informaram que com essa tendência, deixarão essa decisão de home office x trabalho presencial por conta de seus funcionários. Eles poderão escolher de qual lugar eles preferem trabalhar. 

E se você faz parte do grupo que é a favor do home office, vale ressaltar que apesar de trabalhar em casa, é preciso seguir algumas orientações para auxiliar no aumento da produtividade e até mesmo para causar uma boa impressão para seus gestores! Pensando nisso, separamos 5 dicas de boas práticas no home office para que seu trabalho seja exemplar! Confira: 

1- Defina seu tempo

Sabemos que trabalhar de casa, apesar de mais cômodo, pode também ser mais complicado. Isso porque muitas pessoas têm dificuldade em conseguir separar o pessoal do profissional. Sendo assim, é válido determinar o horário certo de trabalho, deixando todas as tarefas de casa e distrações, como o celular e a TV, bem longe. 

Separar as atividades como se estivesse trabalhando presencialmente, torna mais fácil o aumento da produtividade, sem necessidade de trabalhar além do horário.

2- Trace estratégias e ofereça o seu melhor

Você sabe aonde quer chegar? Quais são seus planos e objetivos a curto, médio e a longo prazo dentro da companhia que você faz parte? Traçar novas estratégias é uma forma interessante de se desafiar todos os dias em busca de oferecer sempre o seu melhor e de quebra, ser reconhecido por isso.

Outro fator importante é dar o seu melhor para trabalhar bem mesmo que dentro de casa. Claro que muitas vezes não é possível ter a melhor iluminação, o melhor computador e o melhor fone de ouvido para sua rotina de home office. Mas caso seja possível, invista nesses equipamentos e em ambientes com boa claridade e silenciosos para participar de videoconferências. Isso faz toda a diferença em relação ao foco durante o serviço. 

3- Melhore sua alimentação

A alimentação também faz a diferença na hora de se concentrar para o trabalho. Ironicamente, muitas pessoas acabam se alimentando de maneira errada mesmo dentro de casa. Uma rotina mal organizada faz com que o tempo livre seja menor e consequentemente, o preparo das refeições seja substituído por pedidos em restaurantes e fast-foods. 

O fato de trabalhar em casa pode ser uma excelente oportunidade para preparar refeições mais saudáveis e de quebra, reservar um tempo para o almoço e jantar. Evite comer em frente ao computador. Pare realmente o que você está fazendo na hora do almoço e da janta, concentre-se na comida. Com certeza o seu rendimento após se alimentar será bem melhor!

4- Mantenha contato com os colegas de trabalho

Não é porque você está em casa que deve deixar de lado o contato e a convivência com seus colegas. Converse por e-mail, por aplicativos de conversa, videochamadas… compartilhe ideias, peça opiniões, ofereça sugestões. O trabalho em equipe é essencial para a qualidade do seu serviço e até mesmo para seu próprio desenvolvimento profissional. 

Mostrar-se disposto(a) e disponível para reuniões e bate-papo com colegas e gestores de forma que possa ajudá-los em seus processos também faz parte das boas práticas. Devemos lembrar sempre que uma boa empresa depende de um time engajado e alinhado! 

5- Exercite sua mente

Para dar o seu melhor como profissional, é preciso se atualizar constantemente. Não deixe de estudar, fazer cursos, aprender novos idiomas, ler livros, reportagens, documentários… tudo aquilo que agrega em nosso conhecimento vale a pena para nossa vida pessoal e profissional, ajudando a enriquecer cada vez mais não só o nosso intelecto, mas também o seu desenvolvimento no ambiente de trabalho. Conhecimento é essencial!

Agora que você já sabe de todas essas dicas, que tal colocá-las em prática e se desenvolver ainda mais? Temos certeza de que é totalmente possível trabalhar na modalidade home office de maneira organizada e produtiva. 

E se você está em busca de um novo emprego ou de recolocação profissional, a Newik, nossa unidade de negócios, está pronta para te ajudar nessa missão!

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Entenda como essa modalidade pode ser vantajosa para profissionais e para as empresas

Em um cenário cada vez mais delicado e com a economia incerta, muitas empresas no Brasil fecharam suas portas. E as que conseguiram resistir bravamente a esse período de pandemia, em sua grande maioria teve de reduzir o quadro de funcionários, mesmo mantendo a carga horária de trabalho. 

Por conta disso, foi preciso encontrar alternativas para seguir oferecendo seus produtos e serviços com a mesma qualidade, mas de forma que não afetasse mais o já prejudicado caixa da organização. E a solução encontrada para isso foi o processo de contratação de temporários.

Somente em 2020 foram contratados mais de 2 milhões de profissionais temporários, de acordo com a publicação do UOL Economia. E a tendência é que esse número cresça ainda mais ao longo do ano. Isso porque as contratações temporárias auxiliam no atendimento das demandas urgentes de mão de obra, mas sem a preocupação das empresas por possuir um vínculo CLT com o colaborador.

Porém, se engana quem pensa que o funcionário temporário é prejudicado com isso: assim como o funcionário CLT, ele possui diversos direitos no período em que está trabalhando na empresa, só que ao invés de ter esses benefícios garantidos pela própria companhia, os mesmos são pagos pela empresa que oferece a mão de obra para a companhia. Quer saber mais detalhes sobre esse tipo de contratação? Então confira o conteúdo a seguir: 

Qual é o objetivo da contratação temporária?

Antigamente, na maior parte das vezes, a contratação temporária era realizada quando era preciso cobrir o período de férias ou de licença de algum colaborador fixo da empresa. Além disso, as demandas crescentes em períodos específicos como a Páscoa, dia das mães, Natal e ano novo também são conhecidas por gerar novos empregos temporários.

Mas hoje, além das situações citadas acima, a busca por temporários cresceu para atender as demandas urgentes ao longo de todo o ano por parte de empresas que tiveram um crescimento notório mesmo em plena pandemia, mas que sabem que, com a situação econômica cada vez mais incerta, torna-se inviável estabelecer um vínculo definitivo com novos colaboradores sem saber o dia de amanhã.

E como funciona esse processo na prática?

A contratação temporária é o serviço oferecido por uma pessoa (representada por uma empresa voltada para temporários) para uma empresa, de forma que consiga suprir as necessidades dessa companhia. Essa contratação pode ter várias razões, conforme citamos acima, e costuma ter o período de três a nove meses corridos de trabalho. 

Além disso, a empresa contratante deve justificar o motivo dessa contratação e especificar o período de início e término da contratação, enquanto a empresa intermediadora deve deixar claro qual será a remuneração e quais são seus direitos. 

Se houver a necessidade de aumentar o período de trabalho além do combinado em contrato, o mesmo deve ser informado ao menos cinco dias antes do término do prazo final por meio do site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O que é previsto em contrato no caso das vagas temporárias?

Muitos profissionais têm medo de aceitar uma proposta temporária por medo de “manchar a carteira” ou de perder direitos se comparado a uma contratação CLT. Mas o que poucos sabem é que uma vaga temporária traz sim, diversos direitos previstos por lei e que protegem os colaboradores nas mais diversas situações. Entre eles, podemos citar:

  • Remuneração equivalente à dos empregados que trabalham na mesma área dentro da empresa; 
  • Jornada de trabalho de oito horas, com direito a remuneração no caso de hora extra, com um acréscimo de no mínimo 50%;
  • Direito à proporcional de férias e 13º salário;
  • Repouso semanal remunerado;
  • Salário adicional em caso de trabalho noturno;
  • FGTS, porém sem a multa de 40%;
  • Seguro contra acidentes de trabalho;
  • Proteção previdenciária.

Além de todos os direitos citados anteriormente, caso a empresa opte por manter o temporário, estabelecendo um vínculo empregatício com o mesmo, ele poderá ser registrado em contrato já definitivo, sem a necessidade de cumprir o tradicional contrato de experiência, que costuma ser de três meses.

O colaborador que é selecionado para trabalhar de forma temporária deve receber dois tipos de contrato para formalizar sua contratação, sendo eles:

  • Um contrato entre o profissional e a empresa responsável pela intermediação dessa contratação temporária, com todos os seus direitos expressos nesse documento;
  • O segundo contrato entre a empresa intermediadora e a tomadora de serviços, também constando no documento detalhes sobre a necessidade dessa contratação de serviços temporários.

Ambos são importantes para proteger tanto o profissional quanto as duas empresas que vão contar com seus serviços. 

Como pudemos perceber, a contratação temporária tem suas vantagens, já que permite a recolocação de diversos profissionais no mercado de trabalho, garantindo um bom networking e ainda por cima proporcionando diversos direitos semelhantes aos profissionais que possuem contrato CLT.

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