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Confira algumas dicas valiosas para superar a pressão nesse momento tão importante

Participar de uma entrevista de emprego causa um nervosismo natural em boa parte das pessoas. É raro ouvir alguém dizer que passa por essa situação de maneira tranquila, sem sentir um leve desconforto e/ou um frio na barriga. Isso piora ainda mais quando se tratam de pessoas tímidas, que já são introspectivas por natureza e possuem dificuldade para expressar suas competências e habilidades.

Em uma sociedade que costuma valorizar muito mais as pessoas sociáveis e com personalidade expansiva, a insegurança por parte dos tímidos aumenta. Isso porque muitas vezes a timidez pode ser confundida com um comportamento mais retraído e inseguro, fazendo com que eles não se destaquem em um processo seletivo, por exemplo.

Mas isso não quer dizer que todo tímido será reprovado, pelo contrário: quando o processo conta com recrutadores altamente capacitados, eles conseguem enxergar o potencial do candidato independentemente da sua personalidade mais introspectiva. Então, se você é uma pessoa tímida, fique tranquilo(a)! Suas competências serão, sim, valorizadas. 

Porém, se você deseja superar o “trauma” do nervosismo durante uma entrevista de emprego, separamos algumas dicas para você vencer a timidez nesse momento tão importante. Confira:

Prepare-se um dia antes da entrevista

Sabemos que é um pouco difícil conter a ansiedade no dia que antecede a entrevista. Mas certas atitudes podem te ajudar a manter a calma e se sentir mais preparado. O bem-estar físico e mental é muito importante nesse momento. Sendo assim, assista um filme ou uma série que te permita relaxar, leia um livro, faça uma refeição leve e já separe a roupa e o material necessário para a entrevista. Com tudo pronto, fica mais fácil acordar no dia seguinte se sentindo mais tranquilo e confiante. 

Ensaie previamente tudo o que você pretende dizer

Apesar de cada vaga e empresa ter suas particularidades, muitas vezes as entrevistas de emprego seguem um script (respeitando o segmento das vagas, é claro).  Sendo assim, você pode ensaiar em sua casa, em frente a um espelho, tudo o que você pretende responder. 

Algumas perguntas são de praxe, como sua área de formação, o que você espera dessa oportunidade, sua opinião sobre a empresa… reúna todas elas e ensaie quantas vezes julgar necessário até sentir mais segurança em falar a respeito tranquilamente. 

Estude a empresa

É muito mais fácil trazer respostas mais concretas quando sabemos sobre o que estamos falando, não é mesmo? Por isso, é bastante importante estudar a empresa da qual você pretende fazer parte, entender quais são seus diferenciais e ter na ponta da língua a razão pela qual você espera poder integrar o time. 

Pesquise sobre a empresa nas redes sociais, dê uma olhada no site (caso possua), leia comentários a respeito em portais de busca. Saber sobre a organização faz com que você se destaque perante outros candidatos que não se prepararam previamente, mesmo aqueles que são mais expansivos.

Fale sobre a sua trajetória profissional

Nesse momento, é muito importante saber o que dizer e ter segurança nas suas palavras. Sendo assim, é bom trazer um assunto no qual você possua total embasamento. E nada melhor do que falar sobre a sua trajetória profissional! Conte ao recrutador suas experiências anteriores, fale sobre as empresas que trabalhou, as atividades das quais mais se identificava… aqui,  cada detalhe conta! 

Essa também é a hora perfeita para ressaltar suas habilidades. Mostre seu potencial para desenvolver determinadas tarefas, seu empenho para solucionar problemas e confiança no seu trabalho. 

Não se comprometa com aquilo que você não pode cumprir

A sinceridade também conta pontos no momento da entrevista. Não é um problema mencionar a sua timidez, até para que o entrevistador entenda que seu comportamento faz parte da sua personalidade. Seja você mesmo! E isso também se estende no momento das perguntas sobre habilidades. Não afirme que você sabe executar determinada tarefa caso você não possua experiência no assunto. Ao invés disso, diga “não tenho conhecimento, mas estou bastante disposto(a) a aprender!”

Acredite em si mesmo

Essa é a principal dica de todas! Por mais clichê que pareça ser, é preciso acreditar em você acima de qualquer coisa. Se você não acredita no seu potencial, porque a empresa da qual você pretende trabalhar vai acreditar? Sendo assim, não permita que o medo te atinja de forma a diminuir sua capacidade. Seja maior que ele, combinado? 😉

Temos certeza de que essas dicas podem te ajudar a passar pela fase de processo seletivo de maneira mais tranquila, respeitando sua personalidade, mas ainda sim, fazendo com que você se sinta mais seguro(a) e confiante para garantir a sua vaga. Para mais dicas sobre processos seletivos, confira mais artigos presentes aqui no nosso blog. Desejamos boa sorte e muito sucesso! 🙂

 

Entenda quais serão os próximos passos do mercado nesse novo estilo de jornada de trabalho

Com todas as mudanças vividas pelos profissionais no mercado de trabalho durante o período de pandemia, agora começa a dúvida: com o aumento da população imunizada e com a vida caminhando lentamente para voltar ao normal, como fica a modalidade de trabalho nesse cenário pós-pandemia? 

Nesse caso, as opiniões são bastante divergentes. Em setores com maior flexibilidade para trabalhar diretamente de casa, como áreas administrativas, comunicação e recursos humanos, em contrapartida funções que exigem maquinários ou viagens constantes não possuem essa opção. 

Sendo assim, é comum notar que boa parte dos gestores discordam no momento de decidir qual será a forma de trabalhar nesse novo momento. Porém, uma opção vem se destacando significativamente em relação às outras: trata-se do modelo de trabalho híbrido.

Essa modalidade traz o melhor dos dois mundos, se podemos assim dizer. Nela, o profissional e a empresa estipulam quais dias da semana serão trabalhados presencialmente e quais dias o trabalho poderá ser realizado em casa. Não existe uma regra propriamente dita, tudo é uma questão de negociação entre o colaborador e a organização. Mas o objetivo é o mesmo: conseguir conciliar trabalho e qualidade de vida para todos.

Por que o modelo 100% presencial não deve voltar?

Apesar de uma parcela de empresas destacar o interesse em voltar ao trabalho 100% presencial, muitos profissionais já não aceitam mais esse requisito. Em matéria publicada pela BBC, a recusa dos colaboradores pela volta aos escritórios tem como embasamento o fato de se mostrarem produtivos trabalhando de casa e, sendo assim, não há um motivo concreto para que as empresas queiram estabelecer esse retorno ao trabalho presencial durante todos os dias da semana. 

Além disso, os profissionais também defendem a economia de tempo e dinheiro evitando o deslocamento diário até o trabalho e a facilidade em conseguir conciliar o trabalho, a família e os momentos de lazer.

Mais qualidade de vida

A possibilidade do trabalho remoto trouxe mudanças significativas na vida pessoal de determinada parcela dos profissionais. Isso porque muitos optaram por mudar de cidade, estado ou até mesmo de país, em busca de uma rotina mais tranquila. Sendo assim, processos seletivos que solicitam a presença do profissional acabam sendo descartados por essas pessoas que optaram pela vida de nômades digitais.

Com essa escolha, boa parte das empresas notaram a necessidade de se adaptar para conseguir manter esses profissionais qualificados em seu quadro de colaboradores. As entrevistas são realizadas de forma totalmente online, as reuniões são feitas de maneira remota e a rotina, na verdade, não existe. Com o computador em mãos, é possível trabalhar em qualquer canto do mundo. E muitos que sentiram esse gostinho de liberdade não querem mais saber de trabalhar dentro de um escritório.

A economia por parte das empresas

De acordo com informações divulgadas pelo IBGE, em seu estudo na Pnad Covid, atualmente, há cerca de 7,9 milhões de brasileiros trabalhando de maneira remota. Isso significa que as empresas também podem sair em vantagem optando pelo trabalho híbrido, economizando ao abrir mão de enormes salas comerciais, reduzindo drasticamente seus gastos com aluguel, condomínio, água, luz, entre outros. 

Uma alternativa bastante utilizada pelas empresas que desejam enxugar despesas, mas que ainda querem contar com um espaço físico para realizar reuniões, receber clientes ou até mesmo ter seus funcionários presentes em determinados dias da semana, são os aluguéis de espaços de coworking. Uma solução econômica, já que gastos como luz, internet, água, café e limpeza já estão embutidos na locação do espaço.  

Grandes empresas como Facebook, Ambev e IFood já partiram para os escritórios compartilhados, mostrando que essa é uma tendência que só tem a crescer. Para se ter uma ideia, em pleno ano de pandemia, o WeWork abriu mais 4 unidades em São Paulo para atender a crescente demanda por seus espaços, conforme informado pela CNN Brasil

Mas afinal, o trabalho híbrido é bom?

Se pensarmos de maneira mais ampla, focando em áreas administrativas, a modalidade híbrida é, sim, benéfica para diversos setores. Isso porque, conforme mencionamos anteriormente, gera economia de despesas para a empresa. Para o colaborador, significa economia de tempo, praticidade e a possibilidade de conciliar trabalho com momentos em família e uma agenda mais flexível para momentos de lazer. 

Para a sociedade como um todo, podemos dizer que auxilia na redução de poluentes, já que consequentemente teremos um número reduzido de pessoas utilizando carros, motos e outros meios de transporte nas ruas. Até mesmo a alimentação, que por muitas vezes dentro de escritórios são feitas refeições rápidas e comumente gordurosas, podem ser substituídas por uma alimentação mais leve e natural, quando feita em casa.

Cabe às empresas, em conjunto com seus colaboradores, buscar o equilíbrio para estabelecer o modelo de trabalho que seja mais favorável para o bem-estar de todos, mas é claro, sem esquecer de buscar um bom desenvolvimento para as companhias. 

Aqui na Hprojekt, somos adeptos do modelo híbrido, com nossos colaboradores frequentando o escritório de 2 a 3 vezes por semana. Acreditamos que a flexibilidade no trabalho e a confiança em nossos parceiros são os ingredientes perfeitos para manter uma equipe saudável, unida e proativa. 

E você? Qual é a sua modalidade de trabalho favorita? Conte pra gente nos comentários, queremos saber a sua opinião 😉

 

O que muda nessa nova fase pré e pós-pandemia em relação ao mercado de trabalho

O mercado de trabalho vive em constante evolução. Somos bombardeados com novas informações a todo momento, as tendências mudam e, consequentemente, precisamos nos atualizar e nos adaptar. Isso ocorre em qualquer lugar do planeta, e os profissionais que conseguem seguir o ritmo são os que acabam se destacando dentro das companhias.

O período de pandemia causado pela covid-19 trouxe mudanças significativas na rotina não só dos profissionais, mas também das empresas de maneira geral. Os processos precisaram ser adaptados para uma nova realidade até então pouco conhecida e, se assim podemos dizer, bem polêmica. Isso porque a modalidade de trabalho home office costumava ser um tema pouco abordado dentro das companhias. 

Algumas áreas específicas, como as voltadas para a tecnologia já estavam habituadas a trabalhar nesse modelo. Porém outros setores como áreas administrativas, comunicação, vendas, entre outras, não tinham o hábito de trabalhar de casa. Inclusive, boa parte dos gestores não acreditava na eficiência do trabalho em casa. 

As vantagens do home office

Mas os números mostram que o home office pode sim, ter suas vantagens. Prova disso é o aumento da produtividade. De acordo com uma pesquisa publicada pelo portal de notícias G1, mais de 58% dos profissionais entrevistados alegaram se sentir mais produtivos ao trabalhar em casa. Ou seja, manter os colaboradores em casa, visando sua segurança, também foi benéfico para as companhias, que conseguiram enxugar certas despesas e, de quebra, ganharam funcionários mais motivados. 

E em relação ao processo de admissão, o que será que mudou? Para entendermos um pouco mais a respeito, conversamos com Renato Mendes, co-fundador da Hprojekt Outsourcing, que sanou algumas das nossas dúvidas em relação a mudança desses processos e também sobre temporários e outsourcing na era digital.

O processo de admissão digital

Com a pandemia, as formas de contratação tiveram de ser adaptadas. Com isso, surgiu a admissão feita de maneira 100% digital, para garantir a segurança tanto do profissional a ser contratado, como do recrutador. “A admissão digital nesse momento de pandemia foi crucial. Ela na verdade antecipou o que as consultorias já vinham pensando em aplicar há tempos e, hoje, com os profissionais trabalhando de casa, facilitou ainda mais a evolução desse processo”, afirma Renato. 

Ele aproveita ainda para tirar dúvidas em relação ao contrato, que muitos profissionais recebem via e-mail e se sentem inseguros, questionando se eles terão a mesma garantia e efetividade do que um contrato impresso: “o contrato pode ser feito de maneira 100% digital, porém é igualmente seguro e tem a mesma validade que um contrato impresso, contendo as mesmas garantias e valores”. 

E o exame admissional?

No período mais crítico da pandemia, os exames admissionais foram suspensos. Porém, com o retorno de algumas atividades presenciais e contratos híbridos, eles foram retomados, porém de forma diferente: “a Lei que trazia a obrigatoriedade do exame admissional havia sido suspensa, mas com as coisas voltando ao normal, ele voltou a ser solicitado. Então basicamente o profissional vai até o local indicado para realizar o exame, mas depois disso, tudo é feito de forma digital. Um link será enviado para que ele encaminhe toda a sua documentação sem precisar apresentá-los de forma física para a empresa”, diz Renato. 

Assinando o contrato

Conforme mencionamos anteriormente, o contrato digital é totalmente válido.  De acordo com Renato, “Hoje, podemos dizer que quase 100% das admissões são digitais. O  candidato não precisa mais comparecer às consultorias e nem para as empresas. Ele recebe o contrato em seu e-mail. cria sua assinatura digital por meio de uma empresa autorizada e a partir daí, sua contratação já está validada”. E para quem se preocupa com a assinatura feita pelo computador ou celular, Renato tranquiliza afirmando que ela possui o mesmo valor de uma assinatura regular. 

A rotina de home office

Mesmo trabalhando de casa, muitas empresas em busca de mais organização e controle estabelecem uma “folha de ponto digital”. Feito pelo celular, auxilia na contagem de horas trabalhadas e também permite um melhor monitoramento por parte das empresas, que podem verificar se os horários estipulados estão em conformidade com os prazos cumpridos pelo colaborador.

“Podemos afirmar que quase todos os processos agora são digitalizados. Tanto a folha de ponto, como contratos, processos como rescisão… tudo pode ser feito de maneira prática e rápida, com o auxílio de apenas um celular”, ressalta Renato. 

Esse tipo de escolha tem dado tão certo que são poucas as empresas que cogitam voltar para o modelo tradicional. Claro que, em algumas áreas como fábricas e indústrias não há muito o que ser mudado, mas em setores como os administrativos, é provável que sigam em home office em definitivo. Renato completa que: “ter a opção de ver os funcionários trabalhando de casa é benéfico para ambas as partes, pois eles trabalham mais felizes, reduzem os custos da empresa e ainda garantem resultados mais eficientes”.

Terminamos questionando Renato se ele acredita que os processos digitais continuarão com força total mesmo em um cenário pós-pandemia. Ele responde: “sim, eu acredito firmemente que os contratos e admissões de maneira geral sejam todos feitos de maneira digital daqui pra frente”. E nós concordamos plenamente, afinal, toda tecnologia envolvida para a evolução dos profissionais é válida, não é mesmo? 😉

Um espaço novinho em folha para te conectar com as melhores oportunidades

Você já parou para pensar na sua vida profissional? Aonde você quer chegar? Independentemente da sua idade, do seu nível de conhecimento e tempo de experiência, fazer esse tipo de reflexão é bastante necessário para entender suas metas e objetivos. Isso porque devemos pensar não apenas nas expectativas do mercado, mas também naquilo que realmente almejamos para nossas vidas.

Nós, do time Hprojekt, levamos essa questão muito a sério. Acreditamos que nosso trabalho vai muito além de ser uma ponte entre empresas e candidatos. Por trás de cada vaga preenchida, existe uma pessoa com um sonho, com objetivos, com vontade de vencer. 

Aquele emprego pode ser o responsável por trazer comida para a mesa de toda a sua família, por ajudar nos recursos para dar entrada na sua casa própria, por te ajudar a viajar o mundo. São inúmeros desejos que estão por trás de cada processo seletivo em que essas pessoas se aplicam, em cada teste e cada estudo. 

Por saber de todo esse empenho por parte dos candidatos, nós os valorizamos imensamente e queremos trazer sempre o melhor. Pensando nisso, fomos além e criamos um portal de vagas totalmente novo, o Hjobs.io . Com uma interface muito mais prática e pronta para oferecer as melhores vagas espalhadas pelo Brasil (e em breve, pelo mundo, mas isso é segredo nosso, tá?) e em diversas áreas de interesse, temos certeza de que o emprego ideal está esperando por você no nosso portal. 

A seguir, trouxemos alguns detalhes sobre a plataforma e como procurar uma vaga dentro do seu perfil e seguindo seus interesses. Confira! 

Como buscar a sua vaga:

Conforme mencionamos anteriormente, para buscar a sua vaga é muito simples: basta preencher o formulário respondendo seu estado, cidade, categoria e o tipo de emprego que deseja encontrar.

Aqui, como forma de exemplo, selecionamos uma busca por emprego na cidade de São Paulo, na área administrativa. Deixamos a aba “empregos” em aberto para conferir as oportunidades tanto em estágio, como as efetivas. 

Assim que selecionados, o sistema já mostra o número de ofertas disponíveis e também o número de vagas. Descendo a barra de rolagem, encontramos os nomes de cada vaga aberta.

Para saber mais detalhes sobre cada vaga, como job description, responsabilidades, requisitos e benefícios, basta clicar em “aplicar”.

Se a vaga descrita for de seu interesse, basta clicar em “inscreva-se nesta oferta”. Você será direcionado para uma página para realizar seu cadastro e responder algumas perguntas essenciais para a evolução do processo seletivo. Você pode também se cadastrar no nosso portal, para que suas informações fiquem arquivadas e seja possível se aplicar em diversas oportunidades sem precisar preencher o questionário todas as vezes. Muito mais prático! 😀

Viu como é simples se candidatar para as oportunidades disponíveis no Hjobs? Então não perca tempo e acesse agora mesmo para encontrar a vaga dos seus sonhos! Seja estágio, trainee, efetiva… sabemos que o emprego certo está aqui, esperando por você! 

 

Uma mudança mais do que necessária para a nossa sociedade

Talvez ao ler o título deste artigo você esteja pensando: não é possível que ainda exista diferenciação entre os salários de homens e mulheres que ocupam os mesmos cargos dentro das empresas. Mas, infelizmente, essa ainda é uma realidade em boa parte das companhias não só no Brasil, mas também no mundo.

Vivemos em uma sociedade cuja cultura machista está enraizada principalmente em gerações mais antigas, que por muitas vezes são os que ocupam cargos de liderança dentro das empresas. Por sorte, vemos essa realidade mudar aos poucos, mas ainda há muito o que ser feito. Temos grandes exemplos de mulheres à frente de organizações renomadas no país, como Luiza Trajano, do Magazine Luiza, e Cristina Junqueira, do Nubank e acreditamos que em breve veremos cada vez mais mulheres ocupando postos de liderança. 

Mas, como estão as coisas na prática? Em março desse ano, tivemos uma boa notícia: o Senado Federal aprovou um projeto de lei em que as empresas que pagam salários com valores diferentes para homens e mulheres serão multadas. O objetivo é penalizar financeiramente as empresas que ainda contribuem para a desigualdade salarial entre os gêneros no mercado de trabalho. 

Igualdade salarial prevista por lei

A igualdade salarial é um direito garantido pela Constituição Federal no ano de 1988, mais precisamente no artigo 7º. Além disso, também se faz presente na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) desde 1943, que determina que os salários devem ser iguais, sem distinção de sexo, conforme matéria publicada pelo portal UOL.

Porém, nem isso foi o suficiente para que as empresas realmente aderissem à equidade salarial. Sendo assim, o projeto de lei foi enviado para a Câmara dos Deputados no ano de 2009 e aguardava aprovação desde 2011. Enfim, em março deste ano, a votação foi aprovada por unanimidade durante uma votação simbólica e estabeleceu uma multa de até cinco vezes para os contratantes. 

Uma luta mais que necessária

Para se ter uma ideia, em 2019 as mulheres recebiam apenas 77,7% do salário comparado aos homens. As informações foram divulgadas após um estudo feito pelo IBGE.  A pesquisa também mostra que apenas 34,7% das mulheres no mercado de trabalho ocupam posições de liderança no país. 

Com isso, o preconceito no ambiente corporativo fica mais evidente, já que as mulheres são maioria nas faculdades. Enquanto 25,1% das mulheres com idades entre 25 e 34 possuem diploma da faculdade, apenas 18,3% dos homens da mesma faixa etária concluíram o ensino superior. As informações são do portal da CNN Brasil

Outro fato em relação às mulheres é a escala de empregabilidade quando mães de filhos pequenos. Enquanto apenas 54,6% das mulheres de 25 a 49 anos com filhos de até 3 anos possuem emprego, em contrapartida, 89,2% dos homens na mesma faixa etária e com filhos estão empregados. Isso ocorre porque muitos gestores ainda creditam os cuidados com as crianças exclusivamente para as mulheres, realizando um pré-julgamento de que a profissional terá de se ausentar mais no trabalho do que o homem em caso de doenças ou qualquer outro tipo de responsabilidade com os filhos.

A evolução por parte das companhias

Por sorte, muitas companhias entendem a importância de mudar essa realidade e estão adotando novas práticas em busca da equidade de gênero. De acordo com informações publicadas pelo portal Olhar Digital, cerca de 66% dos CEOs de grandes empresas colocaram como prioridade em suas agendas projetos que visam o crescimento de profissionais do sexo feminino dentro das empresas.

Algumas organizações, inclusive, já possuem projetos pré-estabelecidos para aplicar essa mudança o mais breve possível. A Sodexo afirma que até 2025 pretende ter cerca de 40% da sua equipe preenchida por mulheres. Já a Shell estabeleceu que em todos os recrutamentos da empresa exista ao menos uma mulher na fase final do processo seletivo para cargos de liderança.

Além disso, 33% das empresas entrevistadas alegam incluir ao menos uma candidata do sexo feminino na shortlist dos processos para vagas de diretoria.

Como fazer a nossa parte?

No ambiente de trabalho, é preciso ter voz e ser ouvido para que mudanças ocorram de forma efetiva. Sendo assim, é interessante haver um diálogo entre os gestores em busca de realizar processos seletivos em que as vagas sejam voltadas diretamente para mulheres, assim como já fazem grandes e renomadas empresas como a Natura. A ideia é trazer uma liderança mais igualitária, tornando o quadro mais equilibrado entre homens e mulheres.

Denunciar os casos de diferença salarial ou qualquer tipo de preconceito também é muito importante para evitar que isso continue acontecendo. Todo profissional deve ser reconhecido e valorizado pelo seu empenho, esforço e talento. Com tantas grandes mulheres no mercado de trabalho, está mais do que na hora de garantir o seu merecido espaço. Queremos mais respeito e reconhecimento por todas as lutas que as mulheres enfrentam todos os dias. É sobre muito mais do que um salário. É sobre justiça! 

 

Entenda mais sobre essa realidade e o que precisa mudar urgentemente

Com o avanço da tecnologia, a exigência dos consumidores em relação aos mais variados tipos de produtos tem aumentado de forma bastante significativa. E para isso, as empresas precisam agir rápido, proporcionando o máximo em inovação para poder se manter no mercado e ser suficientemente atraente para o consumo. 

Porém, essa não é uma tarefa das mais simples. Afinal, para atender as demandas do público é necessário realizar diversas pesquisas para entender o que pode ser feito e mais: de forma certeira para ser um verdadeiro sucesso de vendas. E para entender como alcançar esses resultados, nada melhor que um Product Manager. Mas qual é a função exata desse profissional e por que estão falando tanto a respeito disso nos últimos tempos? Você vai entender a seguir:

O que é um Product Manager?

Trata-se de um profissional cujo direcionamento é 100% focado em entregar um produto ímpar, proporcionando uma experiência única e que faça com que o consumidor sinta necessidade de ter aquilo. É função dele também se fazer presente em todas as etapas de desenvolvimento de forma que o produto consiga atingir todas as expectativas do consumidor final e também do mercado.

Basicamente, o trabalho de um Product Manager é definido em três etapas:

  • Experiência do usuário: o quanto esse produto será desejado?
  • Tecnologia: ele será capaz de chamar a atenção pela inovação?
  • Negócio: é um produto viável?

Além disso, existem outros fatores que fazem parte de suas pesquisas. Entender a persona e se o produto é capaz de atendê-la; qual impacto ela poderá causar aos concorrentes; sua funcionalidade e muito mais. 

Como é a rotina desse profissional?

Podemos começar afirmando que o dia a dia de um Product Manager é repleto de estudos e pesquisas. Está presente em todas as reuniões relacionadas à visão e também estratégias, participando de diversas tomadas de decisão. 

Além disso, também faz parte da rotina a realização de testes, o atendimento a demandas de urgência e estratégias de comunicação. 

Por se tratar de uma função que precisa estar em constante comunicação com diversos grupos diferentes dentro da companhia, a simpatia, a capacidade de adaptação e a cordialidade também são peças-chave para desenvolver ainda mais o seu trabalho. 

O que ele precisa saber?

Por se tratar de uma função bastante generalista, a verdade é que é preciso saber um pouco de tudo. Ter diferentes habilidades é importante, já que será necessário tratar com áreas financeiras, de produto, de estratégia e muito mais. 

Entre as áreas de formação mais comuns entre os Product Manager, podemos ressaltar as administrativas e voltadas para dados. A especialização em UXUser Experience também ajuda muito a desenvolver as habilidades esperadas para esse cargo. 

Qual é a média salarial desse profissional?

Como se trata de uma área relativamente nova, os salários podem variar, mas costumam sempre ser muito bons. A média salarial é de R$10.500 e com chances de crescimento, já que assim como os profissionais da área de tecnologia, os profissionais especializados são difíceis de se encontrar e bastante disputados pelas empresas.

Quais dicas devo seguir caso eu queira me especializar na área?

Primeiramente, você deve se sentir confortável em realizar tomadas de decisão. Afinal, essa é a tarefa mais frequente de um Product Manager no seu dia a dia. Também deve estar em constante contato com os consumidores, para entender mais sobre o que eles precisam e desejam no momento. 

Transformar-se em consumidor do seu próprio produto também ajuda a entender melhor o ponto de vista do seu público-alvo. E o principal: não tenha medo de desafios, porque nenhum dia da vida de um Product Manager é igual ao outro! 

Gostou de saber mais sobre essa profissão tão em alta no momento? Ficou com vontade de se tornar um Product Manager? Então conte pra gente nos comentários! E se você busca um novo emprego, não deixe de conferir o nosso portal de vagas clicando aqui. Temos certeza de que a oportunidade perfeita está te esperando!

Entenda mais sobre essa realidade e o que precisa mudar urgentemente

Começamos esse texto com uma reflexão: no seu emprego atual, ou em qualquer outro que você já teve, você trabalhou com algum colega portador de algum tipo de deficiência? Infelizmente, sabemos que a resposta da maioria para essa pergunta, será “não”. 

Apesar de no Brasil as empresas que possuem acima de 100 funcionários serem obrigadas por lei a ocupar de 2% a 5% dos cargos por pessoas portadoras de deficiência, são poucas as organizações que realmente fazem essas contratações. A Lei de nº8.213/91, também conhecida como a Lei de Cotas, foi criada há 30 anos com o objetivo de proporcionar mais equidade no cenário corporativo. Porém, essa está longe de ser a realidade.

Atualmente, contamos com mais de 500 mil profissionais com deficiência no mercado de trabalho. O que parece um bom número, na realidade representa apenas 1,1% do total, já que o Brasil possui cerca de 45 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência, de acordo com informações do Portal G1.

A pandemia causada pela covid-19 também trouxe mais empecilhos para esses profissionais. Estima-se que, no primeiro semestre de 2020, cerca de 6,2 mil PCDs foram desligados de seus cargos. O saldo, infelizmente, foi negativo ao longo de todo o ano: mesmo com o mercado aquecido e despontando novas oportunidades nessa fase, a contratação de PCDs segue em queda. As informações são do Jornal Estadão

Os desafios no mercado de trabalho

Uma dos maiores desafios enfrentados pelos PCDs é a valorização de suas qualificações. Muitas vagas que são abertas voltadas para portadores de deficiência são exclusivamente para cargos de entrada, não levando em conta o nível superior de boa parte desses profissionais. 

Em contrapartida, muitas empresas solicitam experiências das quais alguns candidatos não possuem, mas também não se nota nenhum tipo de programa de incentivo interno para estimular o desenvolvimento e traçar um plano de carreira a médio e longo prazo. 

Além disso, diversas companhias alegam não ter uma estrutura adaptada para receber esses colaboradores, gerando uma certa polêmica. Afinal, seria tão difícil assim realizar determinadas adaptações para acolher esses profissionais? 

Infringindo a lei

A pandemia também se tornou uma desculpa para não contratar mais colaboradores PCDs, onde muitas empresas alegam não ter estrutura para admitir pessoas que são do grupo de risco. Para se ter uma ideia, em 2019, apenas 53% das empresas obedecem a porcentagem de contratação de portadores de deficiência previstos em lei, de acordo com informações do Portal InfoMoney

E mesmo que mais da metade das organizações obedeçam a lei, grande parte disponibiliza apenas cargos operacionais, buscando preencher as vagas exclusivamente por obrigação. E isso acaba gerando mais demissões, já que o profissional percebe que não há nenhuma oportunidade de crescimento e opta por sair da empresa. 

É preciso proporcionar mais oportunidades

A melhor forma de mudar essa realidade dentro do ambiente corporativo é trazer programas específicos para a contratação desses profissionais, criando planos de carreira e trazer mais incentivos. Contar com líderes PCDs também traz uma sensação maior de pertencimento e equidade. Afinal, não há nada melhor que se sentir representado pela sua liderança e saber que há possibilidade de crescimento. 

Pelo fim do capacitismo 

Você conhece o termo capacitismo? Ele traz significado para a forma de preconceito contra pessoas com deficiência. Algo que infelizmente está enraizado na nossa sociedade e faz com que pessoas com pensamentos preconceituosos reduzam profissionais PCDs à suas deficiências. 

Quando falamos sobre o capacitismo, não nos referimos apenas aos olhares cheios de julgamentos ou o uso de termos ofensivos. Ele vai além: estamos falando sobre a exclusão dessas pessoas em diferentes espaços da nossa sociedade. 

Ou seja, trata-se de algo bastante dolorido de se pensar e que faz com que tenhamos mais empatia sobre o que acontece na rotina das pessoas portadoras de deficiência. Precisamos nos unir e mudar de forma urgente esse tipo de tratamento, mostrando que todos são capazes e merecem ganhar cada vez mais espaço não só no mercado de trabalho, mas em todos os âmbitos de suas vidas.

Agora que você sabe mais a respeito desses desafios diários enfrentados pelos profissionais PCDs, que tal fazer a sua parte? Faça a diferença! Incentive o local em que você trabalha a abrir vagas voltadas para esse público, incentive treinamentos e capacitações.

Porque é isso que precisamos: oportunidade e respeito acima de tudo. Todos são capazes, mas são necessárias oportunidades para que possam brilhar no ambiente corporativo. Vamos juntos mudar essa realidade? 😉

Modelo de contratação se mostra a melhor alternativa no cenário atual

Após mais de um ano vivendo grandes incertezas em diversos cenários, inclusive no econômico, a vacinação contra a Covid-19 já está em estágio avançado no país e, com isso, vemos diversos segmentos se reerguendo e tentando voltar à rotina aos poucos. Apesar de vermos muitos comércios fechando por conta da pandemia,  outros conseguiram se segurar nesse período e fazem novas apostas para o período pós pandemia. 

Com isso, diversas manobras começam a ser feitas para se adaptar a essa nova realidade. Quando falamos do comércio varejista, por exemplo, é bastante compreensível que cada passo seja minuciosamente pensado. Isso porque muitas dessas empresas tiveram de enxugar o quadro de colaboradores no início da pandemia, e contratar um grande número de funcionários novamente pode ser algo arriscado.

Dessa forma, a contratação de temporários tem se mostrado uma excelente alternativa para momentos como esse. Com a economia se restabelecendo, porém em passos lentos, é preciso se preparar, mas de maneira cautelosa. Para o próximo trimestre, por exemplo, estima-se que sejam abertas cerca de 630 mil novas vagas temporárias, de acordo com informações publicadas pelo jornal O Dia.

Podemos afirmar que as expectativas para o próximo semestre são bem melhores do que as do ano passado. Com o avanço da vacinação, estima-se que boa parte da população adulta tenha recebido a primeira e a segunda dose até o final do ano, permitindo assim a volta da “vida normal” com mais segurança e, consequentemente, fomentando a economia.

Diversos segmentos em expansão 

Se no ano passado a contratação de temporários esteve focada principalmente nos setores industriais e de saúde, em 2021 foram ampliadas as procuras relacionadas a serviços pessoais, como reservas em hotéis, salões de beleza, restaurantes e pequenos comércios. 

A Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) acredita que nos próximos meses haja um aumento de cerca de 20% em contratações temporárias, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Isso mostra o quanto o avanço da vacinação tem sido benéfico para a retomada do mercado de trabalho.  

O segundo semestre promete

E pensando além, podemos lembrar que os períodos das festas de fim de ano são os mais requisitados na busca de profissionais temporários no mercado de varejo. E não é para menos: as demandas em lojas, restaurantes e diversos outros segmentos de serviço chegam a triplicar nessa época do ano. 

Para os proprietários desses estabelecimentos, a contratação de temporários se mostra a melhor opção para atender esse aumento de demanda nesse momento em específico. Isso porque essa modalidade não afeta de forma tão brusca as finanças da empresa e, de quebra, consegue suprir as necessidades desse momento. 

É benéfico também pois não estabelece um vínculo empregatício longo, podendo ser acordado entre o temporário e a empresa o período no qual será necessário contar com sua prestação de serviços, sendo vantajoso para ambas as partes, já que no caso do colaborador, ele também estará garantindo uma renda extra nesse período. 

A importância de contratar com o auxílio de uma boa empresa

Mas vale ressaltar que esse tipo de contratação deve ser feita com bastante cautela, contando com profissionais que realmente entendam do assunto, para evitar conflitos e/ou qualquer tipo de prejuízo para ambos os lados. 

Pensando nisso, a Hprojekt Outsourcing existe para ser a ponte dessa contratação, trazendo os melhores profissionais para trabalhar nas melhores empresas. Tudo isso feito de maneira prática, segura e ágil. Entre em contato conosco! Estamos à disposição para trazer a solução que a sua empresa precisa 😉

 

Entenda porque ela é tão importante dentro das empresas

Você já ouviu falar em Customer Success? Esse termo pode parecer estranho a princípio, mas é algo que faz parte do dia a dia de muitas companhias ao redor do mundo. Trata-se da junção de Customer Experience (experiência do cliente) + Customer Outcomes (resultados do cliente), resultando em = Customer Success (sucesso do cliente). Ou seja, quando falamos em Customer Success, nos referimos ao método que engloba a satisfação dos clientes e as métricas utilizadas para acompanhamento. 

Para saber um pouco mais sobre como funciona essa verdadeira missão de encantamento, tivemos um bate-papo bem legal com nosso Head da área,  Rafael Vivo e a Heloisa Ribeiro, especialista em Customer Success. Ambos fazem parte do nosso time da Hprojekt e são responsáveis por fazer a mágica acontecer!  

Heloisa Ribeiro e Rafael Vivo, Especialista e Head em Customer Success, respectivamente

Quando falamos sobre esse estudo de experiência, a equipe de Customer Success da Hprojekt pensa de forma global: eles buscam entender mais a respeito da satisfação não apenas do cliente, mas também dos colaboradores internos e candidatos. Afinal, todos precisam estar em sintonia e felizes em suas posições para que o trabalho aconteça da melhor forma.

“Aqui, nós entendemos como necessidade trazer a área de Customer Success porque com ela podemos enxergar tanto a parte de números, como a de resultados operacionais e comerciais. Em seguida, fazemos a junção com a experiência do cliente e, a partir daí, a utilizamos como estratégia para melhoria contínua interna”, conta Rafael. 

A equipe considera uma tríade como base nesse estudo, a qual chamam de CCP. Nessa tríade, estão presentes os clientes, os candidatos e os parceiros. O objetivo da cultura de CS é ser a ponte entre todos os setores, extraindo a experiência de cada uma dessas jornadas.

Rafael aproveita para ressaltar: “É importante frisar que nós não conseguimos construir uma cultura sólida de Customer Success se nossos parceiros não se sintam suficientemente engajados”.

Quais são as ferramentas utilizadas para realizar essas métricas?

Para saber qual está sendo o nível de satisfação da tríade mencionada anteriormente, algumas pesquisas são encaminhadas para os candidatos, clientes, parceiros – no caso, toda a ramificação B2B e B2C – ou seja, são feitas duas jornadas completamente diferentes.

É muito importante saber a opinião de todos porque só assim é possível ter bons resultados. Por exemplo, ao contar com parceiros totalmente engajados dentro da empresa, eles se sentirão motivados a proporcionar a melhor experiência possível para o candidato e, consequentemente, o cliente. 

“Todos os parceiros são nossos interlocutores para que consigamos prosseguir com a jornada”, conta Rafael.

Além disso, são realizadas monitorias com gestores responsáveis por cada operação. Com o intuito de entender se as expectativas referentes a cada projeto estão acontecendo conforme o esperado. “Se estiver acontecendo, a gente procura entender como está acontecendo para atribuí-los às boas práticas e, caso não esteja, buscamos entender qual é o gap e a oportunidade para que isso possa ser corrigido através de treinamentos e feedbacks”, explica Heloisa. 

Métricas utilizadas

Para obter informações mais exatas, dois tipos de métricas são utilizadas: NPS e CSAT. Enquanto o primeiro auxilia a enxergar o contexto global da satisfação com o cliente, o segundo verifica a satisfação em um processo específico.

Explicando de maneira mais detalhada, o NPS são as pesquisas que costumamos receber APÓS a experiência, para entender o nível de satisfação com o atendimento realizado. Aqui, é importante ouvir todas as respostas, independentemente de experiências positivas ou negativas para avaliar todo o contexto e a partir daí, concluir se o processo pode ser replicado no caso de bons resultados, ou se precisa ser modificado, caso os participantes afirmem  que tenha sido uma experiência negativa. 

Já o CSAT, conforme mencionamos anteriormente, é um processo que envia as perguntas DURANTE o processo. “Nele, buscamos insights em cada touchpoint existente na jornada”, afirma Rafael. 

Em Customer Success, o foco é a experiência

Rafael explica que: “Nesse caso, não se trata somente do produto, mas também da forma como será gerada a experiência, Nossa missão é encantar nossos clientes e consequentemente fideliza-lo”. Ele e Heloisa também reforçam a importância de escutar as necessidades, dores e o que os consumidores desejam de maneira geral. 

Aqui na Hprojekt, queremos gerar transformação na vida dos candidatos, dos parceiros e dos clientes, tirando-os da zona de conforto. Eles estão confiando uma das etapas mais importantes de suas vidas em nossas mãos. Todos querem evoluir em suas carreiras e nós somos a ponte para isso”

Rafael Vivo, Head of Customer Success da Hprojekt.

Inserir a cultura de Customer Success dentro das empresas é muito importante. Com a mudança de perfil do consumidor com o passar dos anos, podemos notar uma movimentação maior entre as empresas. “Antes, os clientes tinham que se adaptar à cultura da empresa. Hoje, o cliente tem escolha, pois são várias as opções disponíveis. Sendo assim, o mercado é quem precisa se adequar aos clientes”, afirma Heloisa. 

E é exatamente para isso que a jornada de CS existe, para trazer para dentro das companhias envolvimento, conhecimento, dados e entrega de valor. Trabalhando ativamente com dados para entender mais sobre eficiência e oportunidades, além de realizar pontes com as áreas de marketing, dados e RH em busca de melhorar os resultados.  

Para finalizar, Heloisa e Rafael deixam um recado: “Somos agentes da transformação. Queremos impactar a vida das pessoas e suas jornadas individuais, juntos geramos experiências extraordinárias!                                                      

Aproveitamos para agradecê-los mais uma vez pela disponibilidade em contar um pouquinho mais para a gente sobre essa área tão importante para a nossa empresa. Esperamos que toda essa preocupação em oferecer a melhor experiência sirva de exemplo para tantas outras organizações crescerem cada vez mais! 🙂

Um convite para a reflexão de uma realidade que precisa mudar – e muito

O Brasil é um país majoritariamente negro. Somando 55,8% da população, é de se impressionar (no sentindo triste da palavra) que, mesmo assim, ainda exista preconceito racial, principalmente no mercado de trabalho. Para se ter uma ideia, no ano de 2019, o salário de profissionais declarados pretos foi cerca de 45% menor que dos brancos, de acordo com informações do IBGE

Mesmo possuindo as mesmas qualificações profissionais que outros trabalhadores brancos, os profissionais pretos recebem até cerca de 31% menos, de acordo com informações do UOL Economia. Para se ter uma ideia, ainda de acordo com dados divulgados pelo IBGE, a renda média dos trabalhadores pretos é de R$1.865, ante R$3.509 recebidos pelo restante da força de trabalho do país. 

O racismo estrutural

O problema já existe há muito tempo, o qual chamamos de racismo estrutural. Esse termo é utilizado para mostrar que sociedades são estruturadas baseando-se na discriminação de determinadas raças, enquanto privilegia outras. Aqui no Brasil, por exemplo, infelizmente ainda podemos notar o privilégio para brancos, enquanto há o desfavorecimento de pretos, pardos e indígenas.  

Com esse conflito que já vem de muitas gerações anteriores, ainda há muito o que mudar na nossa realidade. Apenas 11% da população negra concluiu o ensino superior. E não, essa não é uma informação antiga. Esses dados tristes são atuais, extraídos do site da CNN Brasil

Ainda de acordo com a CNN, 91% dos pretos e pardos estudaram em colégios públicos e 89% nunca teve a oportunidade de realizar nenhum tipo de curso de idiomas. O que para os mais desavisados pode parecer uma informação relevante, vale lembrar que a compreensão de mais um idioma além da nossa língua materna costuma ser uma exigência para grande parte das empresas atualmente. 

Dificuldades para a inserção no mercado de trabalho

Além do impacto dos estudos, existem outros empecilhos criados pelas empresas que podem dificultar a inserção de pretos e pardos no mercado de trabalho. Isso porque boa parte das empresas opta por nivelar profissionais graduados em determinadas instituições, das quais boa parte da população preta não teve a oportunidade de estudar.

Por sorte, tivemos um bom avanço na democratização do ensino superior público, atingindo a média de 50,3% de estudantes negros, de acordo com a publicação feita pelo Portal G1.

Apesar da conquista do aumento de pessoas pretas cursando o ensino superior, são poucas as empresas das quais encontramos negros em cargos de liderança. Levando em conta as 500 maiores organizações do país, apenas 4,7% possui profissionais negros na liderança. 

Empresas focadas em equidade

Por sorte, algumas companhias decidiram mudar essa realidade de maneira efetiva. É o caso de empresas como TIM, Natura e Magazine Luiza

No caso da TIM, foi aberto um programa de estágio com o objetivo de preencher 50% do quadro de colaboradores com pessoas pretas e pardas. Não houve nenhum tipo de exigência em relação a universidade, nem fluência em idiomas. A ideia da organização é trazer esses jovens e prepará-los para, posteriormente, ocupar cargos de liderança dentro da empresa. As informações são da revista Época Negócios.

A Natura possui programas de capacitação interna para desenvolver seus profissionais pretos para que todos possam chegar em seus cargos de liderança. A empresa já possui metade do seu quadro composto de funcionários pretos e pardos e pretende alcançar a mesma média entre os líderes da companhia pelos próximos anos. 

O Magazine Luiza causou burburinho na internet ao lançar seu programa de trainee voltado exclusivamente para pretos e pardos, dando maior ênfase para colaboradoras do sexo feminino. Mas a estratégia valeu a pena, ampliando o quadro de colaboradores para 53% dele preenchido por profissionais que se autointitulam pretos ou pardos. 

O que podemos aprender com essas empresas?

Aprendemos que ainda há muito o que ser modificado em nossa sociedade para quebrar preconceitos e situações de desigualdade dentro e fora do ambiente corporativo. E isso deve ser combatido com iniciativas realmente eficientes, que tragam esses empregos de forma que os talentos possam ser desenvolvidos e que existam novas oportunidades para aprender mais a cada dia.

Mais empresas devem trazer esses tipos de programas pensando em gerar não só novos postos de trabalho, mas também uma nova forma de agir perante a sociedade que ainda possui pensamentos retrógrados e preconceituosos.

Nós, como sociedade, possuímos sim, uma dívida com a população preta e parda e que deve ser paga com equidade, desenvolvimento e acima de tudo, respeito. E juntos podemos trabalhar a cada dia para que isso aconteça ainda mais rápido para transformarmos o mundo em um lugar cada vez melhor!

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

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